Pai Participativo

Meu marido ajuda muito em casa com o Nicolas. Brinca, troca fralda, dá banho, fica com o bebê em casa feliz da vida se eu preciso sair para algum evento… Especialmente o banho é a “tarefa” do pai, porque quando Nicolas nasceu eu tinha um certo medo de dar banho daquele bebezinho tão pequeno. Foi uma divisão de tarefas natural… Enquanto o pai dá o banho no bebê, eu descanso um pouquinho (descansar não é bem a palavra certa, aproveito para jantar, por exemplo) para logo em seguida dar de mamar (talvez o português correto seja falar “amamentar”, mas eu acho tão bonitinho falar “dar de mamar”!) e colocar o Nicolas para dormir.

Quando ele tinha 5 meses, contratei uma babá. Uma das primeiras perguntas que fiz para o Mauro foi se ele iria querer que a babá passasse a dar o banho. E a resposta foi: “não vou terceirizar o banho de jeito nenhum“. Assunto encerrado com lágrimas nos meus olhos de tanto amor. É isso, a gente não pode terceirizar nossas demonstrações de carinho e amor. Amar o filho não é só falar “eu te amo” no fim do dia. É demonstrar nos pequenos atos.

Daí lembrei deste vídeo sobre “Crianças Terceirizadas” do Pediatra Dr. José Martins Filho – um dos vídeos mais cheios de amor e informação que já assisti. Minha vontade é abraçar fortemente esse pediatra. Dedique 15 minutos para assistir, vale a pena. Se realmente não conseguir 15 minutinhos, comece o vídeo com 7m37s.

A gente registrou o momento de banho do pai e filho para não esquecer desses momentos especiais. As fotos são da Carla D’Aqui.

Relações profissionais

Fotos: Carla D’Aqui (SP)

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