Festa Infantil | Carnaval

Já mostramos o chá de Body da Isadora ano passado e agora chegou a festinha de 01 ano! Como ela nasceu na época de carnaval, desde o nascimento a mãe da Isa já decidiu que o tema seria carnaval, alegre como a filha. A sorte da Isa é que a mamãe é decoradora e criou uma festa colorida, lúdica e com cara de festa infantil, jeito de feito em casa. “Foi um petit carnaval rústico explorando o jardim do sítio, uma festa para as crianças com muito calor e piscina!“, contou a mamãe Taís Puntel. No vídeo ela explica todo o conceito da festa!

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Foto e vídeo: Coletivo3 | Decoração: Tais Puntel | Local: Sítio da Família | Bolo naked, merengue no copinho, doce de abacaxi na taça, brigadeiro de capim santo, palha italiana, brigadeiros e beijinhos tradicionais: Come More – Clá Makishi | Canudinhos, garrafinhas, pompons, margaridas de papel, bolas de papel: Shop Festa 

Festa Infantil | Borboletinha na cozinha

A blogueira Iza Garcia do Roteiro Baby, de Brasília, me enviou as fotos da festa de 03 anos da filha dela pouco tempo tempo da festa. Naquela época eu não estava conseguindo atualizar o blog e acabei deixando passar. Agora que estou colocando todos os e-mails em dia, fiquei simplesmente maravilhada com a festa e quis compartilhar com vocês, mesmo já não sendo mais inédita, talvez algumas de vocês já tenham visto por aí! Mas é linda, não é?

A terceira festinha da Bruna teve como tema uma das músicas preferidas da aniversariante: “borboletinha, tá na cozinha, fazendo chocolate…”. Nas cores rosa, laranja e roxo, o cenário reproduzia uma charmosa e alegre cozinha, com direito a bolo em formato de fogão com panela cheia de brigadeiro! Os doces eram decorados com colheres e rolinhos de macarrão, xícaras de chocolate e xícaras de brinquedo recheadas com chocolates, canapés de macarons, mini batedeiras e liquidificadores recheados de chocolate, panelinhas recheadas com bolo e guloseimas personalizadas. E ainda teve oficina de cupcakes para crianças. Muito fofo!!

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Casa de festas: Peticolá (BSB) | Cenário de cozinha: Festas Criativas | Decoração, organização, bem-casados e oficina de cupcakes: Ângela Simone Doces | Fotos: Baby Flash | Guloseimas personalizadas: Fiz Pra Você | Bolo e doces especiais: Daniela Carvalho, da Doce Talento | Macarons: Cozinha Doce | Convite virtual, convite de borboleta, tags e lembrancinhas: Ateliê Personalize | Vestidos da Bruna: Vestido Pink da loja Kids Club e vestido floral retrô da loja Mini Me 


Festa Infantil | Hot Air Ballon

Sabe as festinhas com jeito de natural, delicado e personalizado? Continuam em alta e continuo amando! A festa de 1 ano do Benício foi assim, com tema Hot Air Ballon, para voar e dar asas a imaginação. Adorei os livros usados de apoio, os cupcakes e pão de mel personalizados com o tema, o colorido agradável.

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Fotos: Tata Carvalho | Decoração: Festinhas | Bolos, cupcakes e biscoitos: Caketutes | Brigadeiros, doce de pistache, beijinho e brigadeiro branco: Camila Caramelo | Pães de mel: Docices 

Hipertensão arterial na gestação: o que devemos saber

Por: Dra. Geovana Basso

A hipertensão arterial, também chamada de pressão alta, acomete mulheres de todas as idades e na gestação é um mal que pode comprometer a saúde tanto da mãe quanto do bebê. Diagnosticar este problema é muito importante.

Vamos entender o que é a hipertensão gestacional, os sintomas e consequências da doença e saber o que devemos fazer para se prevenir?

A hipertensão arterial pode acompanhar a gestação de duas maneiras: ou a mulher já era hipertensa no momento que engravidou, ou desenvolve a hipertensão somente na gestação. O aumento da pressão sanguínea diagnosticado durante a gestação (em mulheres que nunca haviam antes demonstrado o problema) é chamada de doença hipertensiva específica da gestação (DHEG). A duas, embora caracterizadas por hipertensão, são bem diferentes. A doença hipertensiva específica da gravidez pode ser:

1. Pré-eclâmpsia: que é o aumento da pressão arterial e eliminação de proteína pela urina. Normalmente, essa complicação começa depois da 20a semana de gravidez.

2. Eclâmpsia: que é a pressão arterial muito elevada e com sintomas graves, como convulsões. Nesse estágio da DHEG, a vida da mãe e do bebê entram em risco.

Os sinais e sintomas de alerta

1. Pressão sanguínea muito alta (Pressão maior ou igual a 140/90 mmHg, ou seja, que 14 por 9)

4. Proteinúria (perda de proteína na urina), detectada no exame de urina 3. Inchaço (lembrar que o inchaço isolado não é sinal da doença)

2. Dores de cabeça e abdominais, tonturas, visão borrada, escotomas (visão comprometida com pontos brilhantes), náuseas e vômitos

Tratamento

O objetivo do tratamento é preservar a saúde da mãe e do bebê. A gestante deve seguir as recomendações:

1. Cuidados com alimentação (alimentação saudável – sem fast food, sem excesso de sal)

2. Cuidados com ganho de peso (não ganhar peso excessivamente na gestação)

3. Acompanhamento regular com médico, ou seja, fazer o pré-natal corretamente.

Se mesmo com esses cuidados a pressão não for controlada, os remédios serão necessários. E por fim, se os sintomas da eclâmpsia estão evidentes, é necessário o nascimento do bebê por um parto induzido. Caso contrário, o bebe e a mãe correm o risco de morte.

É importante lembrar que a saúde do bebê não é comprometida quando a mãe está com a pré-eclâmpsia controlada. Mas, se não for tratada, e a gestante chegar ao estágio de eclâmpsia, o risco da perda da criança é alto.

Dicas importantes:

Se você já é hipertensa e deseja engravidar, deve conversar com seu médico (clínico, nefrologista ou cardiologista) e ser avaliada minuciosamente antes da concepção. Muitas vezes, optamos por trocar o anti-hipertensivo que a mulher já usava por outro medicamento mais apropriado para a gestação.

Se você é gestante, faça o seu pré-natal regularmente. Pergunte ao seu médico obstetra como esta a sua pressão. É esta consulta que assegura a sua saúde e a do seu bebê.

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Tema Lúdico | Princesa Condineia

Isabella comemorou 1 ano com um tema lúdico cheio de fofuras. Por conta do sobrenome do marido, eles sempre foram chamados de casal Condineia. A mamãe Carol conta o resto: “Desde de sempre o Fernando queria ter um bebê e ficava no meu pé: vamos encomendar o bebê Condineia! A Isabella nasceu e ficou sendo a Princesa Condineia. Ela tem até um instagram @princesacondineia. Decidi fazer a festa com um tema lúdico (sem aquela coisa de festa de prateleira, aproveitando que ela ainda não escolhe o tema) e me inspirei na própria Princesa Condineia (minha filhota Isabella, logicamente). Os fornecedores foram incríveis e quem fez toda diferença foi a Tuca Benetti que super entrou no mood comigo e trouxe a Ninguém mais tem e a Soul Sweet.

Temos o vídeo também, que está uma graça e até eu apareço!

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Isabella 1aninho from Ateliê Filmes on Vimeo.

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Fotos: Rodrigo de Paula | Vídeo: Ateliê Filmes | Decoração: Tuca Benetti | Identidade Visual: Ninguém mais tem (convites, passarinhos, bandeirinhas, saquinhos de bala, livro de recados) | Buffet: Arroz de Festa | Doces: Danielle Andrade | Bolos e tortinhas: Soul Sweet | Peças, louças objetos: Ideia Única e D. Filipa | Mini Zoo: Caramelo e Estrelinha | Balões: Danila Lazaro

A chegada do segundo filho!

A Camilla Peixoto é leitora (querida) do blog e hoje compartilha conosco a experiência dela de ter o segundo filho.

Eu sempre fui daquelas pessoas que sempre sonhou em ser mãe. Quando pequena, brincava com as bonecas, fingia que as amamentava, trocava fralda e tudo mais. Minhas barbies sempre tiveram filhos. E além de tudo, sempre soube que ia ter pelo menos 2 filhos. Eu dizia que queria ter 4, mas sabia que quando o primeiro chegasse, a mudança seria tão radical na minha vida, que eu abandonaria essa ideia completamente, como de fato aconteceu.

Eu me casei em outubro de 2009 com o homem dos meus sonhos, alguém que sabia que estaria comigo ao meu lado cuidando sempre da nossa família, e que claro, alguém que queria ter um time de futebol parido por mim, rs! Queríamos tanto ter filhos que assim que casamos, o desejo era tanto que engravidamos na lua de mel. A Bia nasceu linda e saudável e por algum tempo me perguntava se eu poderia ter outro filho, pois achava que não sobraria mais amor para dar pra ele, já que a minha paixão pela minha primogênita era imensa e parecia que ela tomava conta de todo o meu coração! Eu era tão apegada a ela e ela a mim. Eu vivia pra ela e ela pra mim. Chegava a ser cansativo, pois ela morou nos meus braços por 5 meses, eu beirava entre a exaustão e satisfação, assim como toda mãe. Eu simplesmente não conseguir ir na esquina sem levá-la debaixo do meu braço. Se eu recebesse um convite para qualquer compromisso que fosse, primeiro eu avaliava se era possível levá-la, se não, eu simplesmente não ia, e não me arrependo por isso. Mas belo dia, ela aprendeu a sentar, e me deu uma folguinha, e tempo depois ela aprendeu a engatinhar e foi quando passamos pela crise dos 8 meses, conhecida como a angústia da separação. Bom, com uma pequena correção na frase anterior, “eu” passei pela angústia. De repente aquele meu bebê-velcro saiu dos meus braços e foi explorar o mundinho que a cercava por conta própria. Ela passou por essa fase com a maior leveza e eu fiquei com sensação de colo vazio. Já nessa fase eu dizia para mim mesma que queria outro neném, mas ainda com muitas dúvidas, pois minha filha ainda estava para completar 9 meses. Eu e meu marido combinamos que voltaríamos a tentar assim que ela completasse um ano. E dito e feito. A Bia desmamou por conta própria aos 11 meses e em seguida paramos com os contraceptivos. A única coisa que não esperávamos é que eu fosse engravidar de primeira!

A minha pergunta sobre eu ser capaz de amar outro filho com a mesma intensidade que amo a Bia foi respondida assim que veio o resultado do exame! Ficamos radiantes. Nossos filhos teriam 1 ano e 9 meses de diferença, cresceriam juntos. As pessoas ao nosso redor pareciam muito mais preocupados com essa situação do que nós, que estávamos explodindo de felicidade. Me perguntavam como eu ia fazer pra dar comida pros dois, pra dar banho, por pra dormir e etc. Afinal, eu não tinha babá e nem ajuda de ninguém, apenas a minha mãe vinha de Minas uma vez a cada 2 ou 3 meses. Éramos eu e meu marido apenas! Eu simplesmente respondia que quando chegasse a hora, eu saberia como agir. E como de fato aconteceu e anda acontecendo. Mas algumas coisas foram inesperadas. A primeira delas é que não imaginei o quanto seria doloroso ficar 3 dias fora para ter o Felipe! E ainda por cima ele escolheu o dia dele, como deveria de ser, nada de parto agendado, mas veio um pouquinho antes do previsto, com 38 semanas. Eu não tive tempo de explicar para minha filha que me ausentaria de casa por uns 3 dias, mesmo que ela não compreendesse, eu entrei em trabalho de parto de uma hora para outra e nem tive chance de dizer tchau a ela. Mas deu tudo certo. E chegando em casa com o caçula foi muito curioso a carinha dela de espantada, sem entender de onde veio aquele nenem. Não podemos esperar que uma criança de 1 ano e 9 meses compreendesse tudo, e fomos com muita calma com ela. Claro que tinha sempre um ciúme, o pai assumiu a minha função na hora de por ela para dormir, e eles ficaram tão apegados que hoje em dia ela só quer ele a noite. Até mesmo se ela acorda de madrugada, ela chama pelo pai.

Algo extremamente inesperado foi que perdi minha mãe no dia seguinte que o meu filho completou 2 meses de vida. Foi uma perda totalmente repentina e até hoje inconsolável. Meu leite quase secou com o choque da notícia, mas consegui seguir firme na amamentação com o auxílio de um calmante leve próprio para mães que amamentam. Eu vi nos meus filhos a força que precisava para me manter de pé. E com certeza são eles que me sustentam até hoje. Me lembro até hoje, no dia seguinte, ainda despedaçada, quando deu a hora de dar banho no meu filho, eu me levantei, arrumei as coisinhas dele, e dei banho nele chorando e agradecendo a Deus por ter meus filhos numa hora dessas.

Meses depois encontramos mais alguns desafios, como o desfralde diurno da Bia. Ele foi longo, e acredito que ter um outro picorrucho em casa tenha atrapalhado um pouco, pois muitas vezes eu ia com ela no banheiro e nada de xixi, e quando chegava a hora de amamentá-lo, vinha a cachoeira no chão! Eu cheguei a achar que eles desfraldariam juntos rs. Na lógica dela, como ele usa fralda, por que ela não poderia usar também? Mas como um lance de mágica, ela desfraldou. E outro momento difícil foi me adaptar a dar comida pros dois. Na hora do almoço era fácil, pois eu tinha uma empregada e enquanto eu dava comida para um, ela segurava o outro. Mas na hora do jantar, a maioria das vezes era eu sozinha com os dois. Só que isso foi superado e ajustado com o tempo, e hoje em dia que eles já comem a mesma comida até almoçamos os três juntos!

Eu não me arrependo de forma alguma por ter engatado um filho no outro. Até aconselho para casais que têm tempo de ficar um pouco em casa. A minha filha foi um bebê difícil, que mal dormia de dia. Era uma hora tentando fazer ela tirar uma mísera soneca de 30 minutos. Com um ano ela abandonou a soneca da manhã, e quando meu filho nasceu, ela abandonou a soneca da tarde. Ela sempre foi exigente, agitada e chorona. Muitos teriam ficado traumatizados e teriam parado nela. Mas pelo contrário, eu queria passar logo por essa fase do primeiro ano que exige demais de nós. Eu era otimista, sabia que viria um calminho pra compensar, e veio. O Felipe sempre foi mais dorminhoco e me dava bastante tempo livre pra dar atenção a Bia! Hoje estou aqui com eles, numa ótima fase: ela com 3 anos e 4 meses, e ele com 1 ano e 7 meses! Os dois brincam juntos, tomam banho juntos e isso me poupou um tempo danado! Essa semana ele aprendeu a chamar pelo nome da irmã e confesso que isso me deixou tão emocionada quanto a primeira vez que ele disse papai e mamãe.

Agora, se terei coragem para ter um terceiro, só o tempo dirá! 🙂

Envie sua história real para real@vestidademae.com.br

Festa Infantil | Cupcakes

Para o aniversário de 06 anos da Elena, o tema escolhido foi cupcakes! Com criatividade, Juliana Bajon da Fetê criou uma “lojinha de cupcakes” para a mesa principal. O bolo foi substituído por uma grade peça de suporte de vários cupcakes. Bulês e xícaras deixaram tudo delicado. Rosa e detalhes em azul foram as cores pedidas pela própria aniversariante!

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Decoração, projeto  e organização: Juliana Bajon da FÊTE | Fotografia: Graciela Lindner