10 Dicas para escolher a escola infantil

As dicas abaixo são baseadas na minha experiência pessoal escolhendo a escola infantil para meu filho de 1 ano.

Quando comecei a pesquisar escolas infantis, me encantei com o assunto. É maravilhoso cuidar da educação de nossos filhos, fazendo nosso melhor para que sejam boas pessoas e bons cidadãos. Para avaliar a melhor escola para meu filho, estes foram os pontos que considerei:

1) Localização perto de casa ou trabalho: no meu caso, em que Nicolas vai ficar apenas o período da manhã na escolinha, não faz muito sentido perder tempo no trânsito na ida e na volta. Principalmente na volta, quando ele está cansado, quero chegar logo em casa para dar o almoço e daí ele dormir (se for longe, vai dormir no carro antes de almoçar e bagunçar os horários).

2) Área de brincar: convenhamos que os bebês vão para escola para brincar – através das brincadeiras aprendem várias habilidades. Acho importante ter área externa, contato com natureza. O que mais amei na escola escolhida foi o bom espaço externo para brincadeiras.

3) Método Educacional: no Brasil, os principais métodos educacionais são o tradicional, construtivista, montessoriana ou waldorf. Dentro de cada métodos também existem variações de escola para escola. Portanto o melhor é você perguntar exemplos de como é feito a educação na prática. Vou compartilhar um exemplo que me foi contato por uma coordenadora pedagógica e achei bom para ilustrar a diferença do método tradicional e construtivista. No método tradicional, o professor é a figura principal e fonte de todo ensinamento. Numa atividade sobre “quais bichos existem no jardim”, o professor ensina para os alunos quais bichos se encontram no jardim. Já no método construtivista, ao invés do conhecimento passar do professor para o aluno, o professor estimula o aluno a pensar e descobrir por ele mesmo. Todos os alunos vão ao jardim para descobrirem na prática quais bichos vivem lá. Vale a pena pedir exemplos para a coordenadora pedagógica sobre como a escola conduz o ensinamento e veja qual você se identifica mais.

4) Diversidade e foco na felicidade: Fui em escolas em que a coordenadora estava focada em falar que os alunos dali depois entravam com frequência da escola “X” bilíngue muito famosa. Sobre outras escolas, escutei de amigas casos bizarros de preconceito para pais homossexuais. Eu quero que meu filho cresça com diversidade de pessoas e meu foco não é entrar na escola X ou Y e sim em ele ter uma infância feliz. Uma educação cheia de carinho, apoio, brincadeiras e alegria. Quando você tem um foco, fica mais fácil identificar o que não gosta em algumas escolas.

5) Variedade de atividades: Não acho que deva estressar um bebê com um monte de atividades. Lembrando que estamos falando de um bebê de 1 ano, o importante é ter vínculo emocional, brincar e descansar. Mas lógico que a variedade de atividades na hora certa para desenvolver novas habilidades do bebê de acordo com a faixa etária. Gostei que a escola de aula de musicalização, aula de inglês, artes e culinárias para contato com alimentos diferentes.

6) Alimentação: Quem me acompanha no instagram já percebeu que dou muita importância para alimentação saudável.  O almoço é em casa, mas durante o período na escola é servido lanche. Me preocupei em conhecer a cozinha e cardápio do lanche, e um ponto importante foi saber a preocupação com lanche saudável como mini pão francês integral com patê de ricota e cenoura e suco verde com abacaxi e couve. Muito feliz que na escola do Nicolas é servido lanches assim!

7) Instalações: Apesar de todas as escolas que eu visitei serem conhecidas como ótimas escolas, em algumas eu particularmente não gostei das instalações. Algumas são casas cheias de escadas, outra tinha uma quadra esportiva no meio das classes e era uma barulheira sem fim. Acho importante reparar nos móveis da classe, na qualidade dos brinquedos, nos espaços de brincar, se tem biblioteca, na proteção e segurança.

8) Participação dos pais: Eu não quero ser uma mãe que apenas paga a mensalidade escolar e pronto. Eu quero me envolver com o dia a dia da educação do meu filho. Por isso, uma qualidade da escola que me conquistou foi os pais poderem ir na escola, em dias combinados, para contar história para toda a classe.

9) Saber para quais tipos de alunos não é essa escola: Falar bem da escola, é sempre fácil para a coordenadora pedagógica que trabalha ali. Pergunte sobre os casos de alunos que não se adaptaram na escola. Ou para qual tipo de aluno não é a escola. É uma boa forma de avaliar a escola. Pergunte também para suas amigas o que as fizeram optar pela escola A e não a B. É sempre uma boa forma de ter mais argumentos para sua decisão.

10) Empatia com a Coordenadora Pedagógica: eu considero empatia muito importante, afinal é para essa pessoa que você vai confiar a educação do seu filho na escola. Quando a gente visita uma escola pela primeira vez, ainda não sabemos quem será a professora de nosso filho, então o espelho da escola é a coordenadora pedagógica. Eu acredito muito em empatia, até para nós mesmas nos sentirmos seguras sobre a decisão e passar essa segurança para os filhos.

A decisão de colocar o bebê na escola infantil

Vou contar minha experiência pessoal sobre a escolha da escola para o Nicolas.

Eu sempre tive bem claro na minha cabeça que só iria colocá-lo na escola com 2 anos, porque pelo o que aprendi, os primeiros 2 anos do bebê ele não precisa socializar, ele precisa é de carinho e vínculo afetivo. Tenho o privilégio de trabalhar em casa e ter ajuda de uma babá super carinhosa com o Nicolas, então estava tudo perfeito – eu presente no dia a dia dele cuidando com muito amor, ajuda da babá carinhosa e complementava o dia a dia dele com atividades como aula de música para bebê, exploração sensorial, levando-o na brinquedoteca do clube.

Resolvi começar a conhecer as escolas para pesquisar para o ano que vem, quando Nicolas completa 2 anos. Aqui em São Paulo, algumas escolas são bem concorridas a ponto de ter sorteio, então eu pretendia visitar várias escolas durante o segundo semestre deste ano, participar do sorteio das escolas concorridas e ano que vem ele ingressaria. Esse era o plano.

Até que fui na visitar a primeira escolinha da lista. Sem pretensão nenhuma, sem saber nada sobre métodos educacionais. Me encantei. Sabe quando você se sente bem num lugar? Foi assim. Quando eu vi a turma de 1 ano brincando juntos, caí de amores. Eles estavam brincando numa área externa cheia de atividades lúdicas e quadra de areia, depois entraram na classe e fizeram uma roda para a professora contar história. Fiquei encantada. Nessa hora eu pensei “meu filho em casa no colo da babá e essas crianças aqui com essas atividades tão legais“. O que acontece de fato é que no meu prédio não tem muitas outras crianças, a babá sempre descia para a brinquedoteca e ficava com ele sozinho, comecei a achar meio monótono o dia a dia dele – depois de completar 1 ano e andar, eles ficam muito mais ativos. Apesar de eu brincar bastante com ele e levá-lo para atividades, não era todos os dias, afinal também preciso me concentrar e trabalhar.

Não foi pela socialização que resolvi colocá-lo na escolinha – por tudo o que pesquisei, não é um item importante até 2 anos, somente depois. Mas Nicolas está tão apegado à mim, tão grudado, não vai no colo de mais ninguém (a não ser o meu, do pai, babá e ajudante do lar), que achei que seria bom estímulos de outras pessoas para ele ficar um pouco mais independente. Também achei que convivendo com outras pessoas da mesma faixa etária, ele pode vir a desenvolver a fala mais facilmente, comer melhor vendo outros amiguinhos comerem (Nicolas está comendo super bem, mas não come frutas), enfim, achei que é um ambiente que propicia um bom desenvolvimento de várias habilidades diferente do que ele tem em casa neste momento, grudado em mim e na babá.

O que mais gostei na escola visitada foi ter a área externa com bastante verde, classes pequenas com 3 adultas tomando conta de cada turma, o método educacional construtivista e a empatia com a coordenadora pedagógica. É perto da minha casa e acho isso fundamental, para não cansar o bebê no trânsito na ida e volta. Achei o ambiente acolhedor, as professoras carinhosas e principalmente, um ambiente preocupado em ter pessoas felizes.

Saí da escola querendo fazer a matrícula imediatamente, de tão encantada que fiquei. Mas lógico que me segurei e fui conhecer outras escolas para ter base de comparação. Fui em escolas bilíngues, em escolas bem recomendadas etc. Não gostei de muitas delas por diversos motivos. Algumas achei com pouco espaço externo e nada de natureza, outras achei sérias demais, outras não tive empatia com a coordenadora pedagógica. Acho importante visitar várias escolas porque a gente fica mais certa do que quer e principalmente do que não quer. Escolher a escola infantil é muito além de escolher só pela proximidade de casa ou preço da mensalidade. É se identificar com a proposta educacional e com o ambiente. É lá que nossos filhos vão começar a ter noções de cidadania, vão criar os primeiros círculos de amizade e nós também vamos criar um novo círculo de amizade com os outros pais, então é importante amar a decisão da escola escolhida.

Enfim, eu estava buscando escola só para o ano que vem, mas fiquei tão encantada que mudei de ideia e matriculei Nicolas começando agora em Agosto de 2016, com 1 ano e 4 meses. Estou confiante de que vai ser melhor para ele. Também não considero uma mudança tão radical, porque não vai ficar período integral na escola, são apenas 4h. Vai continuar com  aconchego do lar, todo vínculo afetivo que eu puder criar, os cuidados da babá e de todos que o amam. Não tenho medo das doenças que pode adquirir com amiguinhos da escola. Nicolas mamou exclusivo até 6 meses no peito, tem boa imunidade, até agora só ficou gripado uma única vez. Se acontecer de ficar gripado mais vezes por conta do contato com outras crianças, tudo bem, faz parte do desenvolvimento imunológico e avalio isso depois, se acontecer.

Começamos a adaptação na escolinha. Não vai ser fácil porque Nicolas ainda é muito grudado, mas isso é assunto para um próximo capítulo. O importante é que eu já sinto a escolinha como extensão da minha casa.

(Não vou comentar qual a escolinha do Nicolas por questão de segurança. Não é recomendando para ninguém comentar na internet onde os filhos estudam) – A foto do início do post é nossa ida ao primeiro dia de aula.

 

Download | Tag Dia dos Pais

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Vlog | Viajando com Bebê | Fashion Weekend Kids Comandatuba

Pensa numa semana só de boas energias, com minhas brincadeiras e desfiles de moda infantil com nossos filhos como modelos. É assim o Fashion Weekend Kids Comandatuba, evento organizado pela Ana Cury! Essa foi a sexta edição do evento no Hotel Transamérica Comandatuba e eu fui lá para vivenciar essa experiência e mostrar tudo para vocês.

O clima é de amizade total, a impressão de que tive foi de que as pessoas que estavam lá vão todos os anos, o que contribui para o clima familiar do evento. Durante o dia, aula de ballet para as meninas, recreação do próprio hotel, praia, piscina. Durante a tarde, oficinas de recreação artística e culinária (teve oficina da Start Arte, fazendo centopeias com meias, achei o máximo!). No fim da tarde, os desfiles. E à noite ainda teve show e luau. O tema deste ano foi pic nic na ilha, um tema perfeito! Inclusive no primeiro dia, o evento de abertura foi um lindo pic nic para os hóspedes, uma delícia.

O evento acontece todos os anos na última semana de Julho. Nicolas ainda é muito pequeno (1 ano e 4 meses), então não aproveitou tanto quando as crianças acima de 4 anos… Estou louca para voltar todos os anos e acompanhar a evolução dele participando das atividades.

Desfiles

Todos os desfiles foram publicados, acompanhe clicando nos links: Desfile L’ètè moda praia, Reserva Mini, Thòrre e John John Kids.

Transamérica Comandatuba

Considero um dos melhores hotéis para viajar com bebês e crianças no Brasil. O que mais conquistou meu coração foi a logística: em alta temporada e feriado há voos fretados para o hotel, pousando no aeroporto a 5 minutos de distância (sem ser por voo fretado, você precisa ir via Ilhéus, 1 hora de distância do hotel). Vou relatar a experiência: o voo partindo de São Paulo tem 1h40m de duração, é muito rápido. Pousando em Una, no aeroporto do hotel, você não precisa nem pegar as malas, elas vão direto para o hotel. Ônibus te levam direto para a balsa (5 minutos!), de lá a balsa atravessa o rio e pronto, você está no paraíso. Na recepção, uma mesa com vários envelopes já está preparada, você pega o envelope com seu nome contendo as chaves do seu quarto e pode aproveitar o hotel imediatamente. Preencher ficha e entregar na recepção podem ser feitas depois. O retorno é mais incrível ainda. No horário combinado, você deixa as malas na porta do quarto para serem recolhidas. O check-in do voo é feito no próprio hotel. Com o cartão de embarque em mãos, eles etiquetam suas malas, despacham para o caminhão e você não precisa mais se preocupar. Perto do horário do voo todos seguem para a balsa, o ônibus e em 5 minutos você está no aeroporto pronta para embarcar, sem precisar chegar com antecedência, sem stress de marcação de lugares, sem carregar malas, nada. Faz muita diferença para quem viaja com bebê não precisa esperar muito tempo, nem carregar malas.

Falando sobre o hotel, são 363 quartos, capacidade para 1.000 pessoas. Mesmo com tanta gente, apenas no café da manhã a gente tem a impressão de lotação porque é difícil conseguir mesa. De resto, o hotel é tão grande que as pessoas se espalham tanto entre praia, piscina, campo de golf, quadras, passeio de bicicleta, recreação infantil, academia etc – é difícil achar que está lotado.

Para quem tem bebês, a estrutura é fantástica. Uma Copa do Bebê enorme equipada com tudo o que você pode precisar. Crianças de até 5 anos têm almoço incluso no restaurante infantil (para adultos, em geral o hotel é meia pensão com café da manhã e jantar). Inclusive achei a comida oferecida no restaurante infantil ótima, bem equilibrada, saudável. Sempre tem uma sopinha para os bebês, além de frango, carne, peixe, massa, legumes, arroz, feijão, salada (e os brigadeiros, que até os adultos passam para “roubar”, rs!).

Para brincar, tem uma grande brinquedoteca (que poderia ser mais bonitinha, mas tudo bem…), além dos bichos (pavão, galinhas..) e a própria piscina e praia. Existe a Casa da Criança, onde se concentra a recreação infantil para crianças acima de 3 anos, e lá tem alguns brinquedos tipo escorregador para crianças pequenas também. Todas às sexta tem a Tarde da Alegria, com show e gincana para as crianças (e muitas guloseimas, o brigadeiro é ótimo).

Nos quartos, há disponibilidade de berço, banheira infantil e até redutor de assento. É só solicitar! Existe também carrinho de bebê para ser alugado por todo o período, caso você não queira carregar o seu. Para quem precisar de ajuda, existe uma associação de babás, todas com no mínimo 4 anos de experiência (algumas com mais de 20 anos de experiência!) e treinadas pelo hotel. Basta ligar no telefone da associação e contratar (73)99954-8310. O período é de 8 horas, com 1 hora de descanso. Eu contratei a Graziele, ela é ótima, super pró ativa. Podem solicitar ela e dizer que mandei um beijo!

Fiz um vlog mostrando algumas cenas da nossa semana no hotel e o Fashion Weekend Kids, espero que seja útil (tem momentos de fofura do Nicolas, não aguento a cara dele no nosso passeio de bicicleta!).

Transamérica Comandatuba – Central de Atendimento | São Paulo e Grande São Paulo: 55 11 5693-4093 | Outras Localidades 0800 012 6060

FWK Comandatuba 2016 | Reserva Mini

O segundo desfile da temporada Fashion Weekend Kids 2016 em Comandatuba foi a marca Reserva Mini. Vocês já devem ter percebido que eu adoro usar roupas “descoladas”, confortáveis e estilosas no meu filho Nicolas, então eu estava super na expectativa do desfile da Reserva Mini e adorei. Além das roupas bacanas, legal mesmo foi ver a criançada se divertindo para desfilar! Pelas fotos vocês veem as poses – coisa mais fofa! E a energia de estar no meio do coqueiral no calor da Bahia com todas as mães e pais aplaudindo, foi demais!

FWK Comandatuba 2016 | Desfile L’été

É a 6ª edição do Fashion Weekend Kids em Comandatuba, evento assinado por Ana Cury, e minha primeira vez cobrindo o evento – estou A-MAN-DO! Para quem não conhece, trata-se de uma semana inteira especial no hotel resort Transamérica Comandatuba com desfiles de marcas infantis (com os próprios filhos dos hóspedes desfilando!) e várias atividades de recreação e oficinas especiais.

Este ano o evento tem como tema “Pic Nic na Ilha”. A “sala” de desfiles no meio do coqueiral tem muitos tecidos, almofadas e até cestas de pic nic criando o clima. Gente, é demais, todo mundo à vontade esparramado no chão curtindo o desfile. Mas o mais bacana foi a Ana Cury ter pedido para as mamães não ficarem focadas em apenas tirar foto de seus filhos e sim bater palmas – afinal algumas crianças ficam tímidas ao entrar na passarela. Foi contagiante o alto astral de todo mundo batendo palmas o desfile inteiro, alegria pura!

O primeiro desfile da temporada foi da marca de moda praia infantil L’été, que trouxe como inspiração as estampas da Índia. Abaixo algumas fotos oficiais do desfile para vocês.

Nana Petit Baby Basic

Eu nunca falei muito por aqui, mas por muitos anos eu trabalhei com desenvolvimento de produto de moda e sei muito bem como são altos os custos de produzir roupa no Brasil. A gente fica assustada com o preço de roupa infantil, de ser praticamente igual ao de um produto adulto – mas eu confesso que por ter trabalhado anos com isso, entendo que o preço é assim mesmo, porque a única diferença para a roupa adulta é um pouco menos de tecidos (despesas fixas, custo dos aviamentos, estampa etc são o mesmo!). Essa introdução toda só para dizer que fiquei muito feliz quando a Nana Petit Store me contou estar lançando uma coleção básica com preço bacana!

“O nosso objetivo foi criar uma linha de roupinhas básicas para o dia dia, com muita qualidade e preço amigável. Foram meses de dedicação, desde a escolha do tecido e modelagem ideal, pensando sempre no conforto ao vestir os petits, até o desenvolvimento das estampas, para que fossem divertidas e moderninhas.

Hoje a linha possui macacões, calças e bodies 100% algodão em malha suedine, todas muito macias e favorecendo o conforto. Os bodies possuem gola americana para serem vestidos facilmente, já as calças foram confeccionadas com punho reversível para proteger os pezinhos do bebê e também para serem usadas por mais tempo”.

Confirma os preços no site: nanapetit.com.br