Festa Infantil | O Quebra Nozes

O ballet que conta a história de Clara e um Quebra Nozes de aparência humana vestido como soldado, e sua viagem encantada do Reino das Neves até o Reino dos Doces, é típica da época Natalina. Aproveite o programa cultural para levar as crianças, o ballet está em cartaz em São Paulo no Teatro Alpha, no Rio de Janeiro no Teatro Municipal e em Curitiba no Teatro Guaíra.

E foi com o tema O Quebra Nozes que os irmãos Malu e Pedro comemoraram respectivamente 1 e 3 anos! A decoração rica em detalhes foi da Juliana Bajon, que foi até atrás de colecionador de relógios para complementar a decoração. Amei cada aniversariante ter seu bolo, e no topo de cada bolo, um ovo fabergé, obra prima da joalheria russa – um com um soldados dentro e o outro com uma bailarina, a Juliana Bajon pensou em todos os detalhes! Decoração bem vermelha e dourada, no clima das festas natalinas, sem deixar de ser encantador para as crianças (e pais!).

DIY | Embalagem de Natal

Ano passado publiquei este post em nosso outro blog, Vestida de Noiva. Passou um ano, o Natal chegou novamente e eu continuo amando essa ideia: embalagens de presente como se fossem lousinhas de giz! Nossa designer do blog criou um template de ilustrações para vocês leitoras poderem fazer o download e copiarem a ideia, afinal nada como uma árvore de Natal com presentes caprichados e embalados com amor.

Faça você mesma:

1) Compre folhas de presente pretas

2) Compre caneta de giz (vende aqui!)

3) faça o download gratuito das ilustrações que criamos para você e imprima. Você pode imprimir em tamanhos diferentes, para usar em tamanhos diferentes de embalagens.

4) Embrulhe o presente. Coloque a folha com as ilustrações em cima e com um lápis normal, desenhe em cima de forma a ficar a marca do desenho de leve no papel do presente.

5) Com a caneta de giz, desenhe em cima da marca feita no papel. Use também sua imaginação para escrever mensagens para o presenteado!

Pais e filhos em: “a hora de se vestir”

Apesar de muitas vezes ser encarada como só mais uma parte da rotina, a hora de se vestir, assim como a de brincar, tem papel importante no desenvolvimento das crianças. Elas amadurecem e começam a mostrar sua autonomia desde o ato de colocar e tirar as pecinhas de roupa sem a ajuda dos outros – que mostra um avanço nas habilidades -, até quando usam a criatividade para combinar looks favoritos e, principalmente, quando adquirem noções saudáveis de consumo. Para entender o papel dos pais nessa jornada, entre erros e acertos, conversamos com três empresárias e mães que atuam no segmento da moda infantil. Elas contam formas de conciliar o desejo dos pais com o dos filhos e dão outras dicas criativas que garantem uma relação saudável com os pequenos quando o assunto é a moda.

Escolha feliz para os dois lados
Geralmente a partir dos dois anos a criança começa a querer opinar sobre o que vestir, mas não é preciso se preocupar se o pequeno não tiver interesse – isso varia de acordo com a personalidade de cada um. “Sou mãe de duas crianças, um menino de seis anos e uma menina de dois. Posso dizer que ambos são muito, mas muito diferentes. O mais velho até hoje não se veste sozinho, não decide e nem quer discutir o que vai vestir, por outro lado, a menina com 1 ano e meio já escolhia seus sapatinhos, era sempre a mesma camiseta pink com a estampa do My Little Poney”, conta a empresária Elisa Baek, à frente da marca infantil My Fave. Quando mãe e filho estão em desacordo sobre o look – seja porque ele não é adequado para a ocasião ou mesmo para o clima, por exemplo – não é necessário vetar a escolha da criança de forma radical. Existem maneiras criativas para chegar à vestimenta adequada sem desmotivar a autonomia do pequeno. “O ideal é fazer a criança escolher dentro das opções que você dá a ela. Vou dar minha opinião pessoal: para minha filha, procuro colocar sempre dois looks para que ela escolha, e ai não tem negociação, mas todo domingo ela pode escolher seu look. Ai já viu, este dia ela pode aparecer de cinderela, de galocha, toda de rosa, mas é o dia dela. Acho importante ela também saber fazer suas escolhas, ir aos poucos moldando sua personalidade”, conta Natália Massi, que toca com a irmã Julia a marca Jouer.

Conduta dos pais X conduta dos filhos
Sobre a relação entre pais e filhos na hora do consumo, a empresária Renata Vampré, da marca It Babies dá a sua opinião: “Vejo perfis bem diferentes na maior parte das vezes. Existe a mãe que sai sozinha de forma objetiva e compra o que realmente precisa, a mãe que leva a criança para fazer compras e deixa a criança dominar, chegando a perguntar para um bebê de um ano se ele gostou ou não, qual cor prefere e ainda obedece qualquer resposta aleatória como sendo a escolha do bebê. E, outras vezes, pior ainda, quase obriga a criança a querer alguma coisa”. Enaltecendo o ato de comprar, os pais passam para a criança a noção de aquele é uma atividade extremamente importante, o que pode torná-la no futuro um jovem ou adulto consumista. Como grande exemplo dos filhos, os pais devem mostrar aos pequenos que eles não podem e nem precisam levar tudo o que querem e, principalmente, que aquela não é a maior diversão que uma criança deve ter. Com a rotina exaustiva de pais, o que muitas vezes os torna ausentes, tentar compensar dessa forma é um dos grandes erros.

Mais dicas das profissionais:
Formal x informal:
Normalmente, na minha experiência de mãe, sempre busco entrar em um acordo. Se a ocasião exige um look mais elegante como por exemplo, um casamento, minha filha vai toda arrumadinha para a festa, mas levo aquela roupa que ela teria escolhido e que provavelmente é mais colorida ou mais confortável para ela trocar e usar depois de tirar algumas fotos. Vira um processo de ganha-ganha: eu fico feliz e ela também!”, conta Elisa, da My Fave.

Negocie:Aqui na loja, vemos muitas mães conversarem com as filhas sobre não poder levar tudo o que elas querem.  O que acho mais interessante neste caso é a negociação que acaba surgindo. Como mãe, acho importante ensinarmos nossos filhos a dialogar e negociar.  Sem querer, acabamos ensinando eles a pensar sobre suas escolhas”, fala Natália, da Jouer.

Sobre valores: Vivemos numa sociedade altamente consumista, na qual muitos pais trabalham intensamente e tentam compensar a falta de tempo com presentes. Ao invés de ensinar o consumo consciente, criam necessidades para os filhos e incentivam o querer sem perceber que estão entrando numa cilada. A criança se acostuma a pedir e não aprende a dar valor. Acho que o ato de comprar não deveria ser tão valorizado, a criança não precisa estar presente em todo passeio ao shopping. Aproveitem o tempo livre e juntos para brincar, conversar, olhar no olho. Com certeza pequenos momentos divertidos vão marcar muito mais do que qualquer brinquedo ou roupa! A infância voa e quando passar não terá dinheiro no mundo que a compre de volta!”, aconselha Renata, da It Babies.

Festa Infantil | Tema Oriental

A descendência oriental serviu de inspiração e tema para a festinha de 1 anos do Lucas. Amei a originalidade! A mamãe contou que com os preparativos da festa, ela fez muitas pesquisa sobre os significados da cultura, o que tornou cada detalhe da festa muito especial.

As carpas significam boa sorte, sucesso, vida longa e perseverança. As lembrancinhas eram os darumas, que prometem realizar desejos e os famosos gatinhos que trazem sorte e prosperidade para a família. Muitas cores e alegria fizeram a diferença nessa decoração cheia de simbologia e beleza“, contou a mãe.

A decoração é da Tais Puntel.

Roupas de Bebê Personalizadas

Quem vai fazer enxoval nos Estados Unidos, uma opção charmosa é comprar algumas roupinhas personalizadas com as iniciais do nome do seu bebê. Acho legal para usar na maternidade, para uma foto especial ou até para guardar de lembrança depois. Mas confesso que não fiz muitas não, primeiro porque não acho que bebê (nem ninguém) tem que sair como se fosse outdoor anunciando o próprio nome (rs!) e segundo (e principal) porque roupas personalizadas significam que nunca mais serão usadas por outras pessoas. Acho legal ter algumas para fazer charme, mas também pensei que se minhas irmãs tiverem meninos depois, essas roupas não poderei passar para elas, e vamos combinar que muitas roupinhas são usadas apenas 1 ou 2 vezes!

Além das roupinhas, há opções de cobertas e até objetos em prata – essas sim opções legais de guardar de lembrança!

Para quem quiser fazer algumas roupas personalizadas, a dica é já encomendar online antes de viajar. Verifique o prazo de entrega de cada loja, porque roupa com personalização demora mais.

Ralph Lauren – Eu não comprei nenhuma personalizada, mas fica a dica do site para quem gosta da marca. As mantinhas de cashmere são lindas, mas achei caras.

Pottery Barn Kids – Nesta loja eu também não comprei nada, mas as mantinhas, porta retrato e até enfeites de natal personalizados são ótimas opções!

Restoration Baby&Child – Nessa loja sim eu me acabo de comprar. Na verdade, a loja é de móveis, mas dentro de Baby&Child tem a categoria Gifts, na qual você vai encontrar um pouco de tudo: rupinhas, mantinhas, bichinhos de pelúcia, objetos de prata, toalhas de banho. Eu amo essa loja, acho os produtos estilo básico-chique e de qualidade maravilhosa. As fotos deste post, com a coberta, a roupinha e os babadores são desta loja, são os produtos que fiz personalizados.

Uma dica se você for comprar muitas coisas na Restoration Baby&Child é primeiro fazer uma compra pequena e esperar o e-mail com cupom de 10% de desconto que irão te enviar para a próxima compra. Assim você faz a compra grande usando o desconto de 10%. Mas isso só vale, lógico, se você for realmente comprar bastante coisas porque afinal vai pagar 2 vezes o frete. Eu compro muitas coisas nesta loja, incluindo roupa de cama tanto para mim quando para o berço, objetos de decoração, tudo! Não é das lojas mais baratas, mas achei a roupa de cama do berço e as toalhas de banho de bebê desta loja de qualidade muito superior do que as encontradas em lojas como Buy Buy Baby e Baby R’Us.

A escolha do carrinho de bebê

É mais fácil escolher o marido do que o carrinho do bebê! Meu Deus, como é difícil escolher o carrinho do bebê! Acho que a dificuldade não é nem pela falta de opções ou pelo excesso de opções, e sim porque não achei nenhum modelo que juntasse beleza, praticidade, conforto, leveza. Ou o carrinho é lindo ou é prático… Eu que considero muito importante os dois fatores, sofri um pouco.

Mas vamos começar do começo: algumas coisas devem ser consideradas e pesquisadas antes da decisão. Pense nas situações em que vai usar o carrinho e principalmente o tamanho do porta malas. Mães que não dirigem e andam bastante de táxi precisam de um carrinho prático e leve para desmontar e colocar no porta mala de forma rápida. Mães com carros pequenos não devem nem considerar os carrinhos “trambolhos”. Mães que sabem que irão andar bastante à pé por calçadas nem sempre em perfeitas condições, devem considerar carrinhos com rodas resistentes.

Segundo passo, eu sempre entro no site da Amazon.com, vejo os carrinhos mais vendidos ou os que nossas amigas mais recomendaram e leio (quase) todos os comentários. Pelo menos as pessoas são sinceras nos comentários que deixam por lá, há comentários super bem escritos por mães usuárias destacando os pontos positivos e negativos. Vamos combinar que quando escutamos comentários das amigas, principalmente quem foi para o exterior comprar carrinho, é difícil a pessoa confessar os pontos negativos ou que não gostou. Brasileiro tem mania de sempre querer exaltar suas compras no exterior, nunca confessa se houve arrependimento e tal. Portanto cuidado com apenas comentários positivos.

No meu caso, mãe de primeira viagem, eu queria um carrinho bonito (para mim é importante tudo ao nosso redor ter agradável visualmente) e que o bebê pudesse ficar virado para a mãe (para os primeiros meses) numa altura alta, com bom contato visual com a mãe. Eu era apaixonada pelo Stokke, que tem tudo isso mencionado, mas o fato de ter que retirar a cadeirinha para dobrar o carrinho me desanimava completamente. Até que conheci o Mima Xari, carrinho da marca europeia Mima, relativamente nova no mercado. E essa foi minha escolha. (coloquei as fotos do site deles para vocês verem as posições e o carrinho fechado).

Mima Xari

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Mima-Xari mima-xari-folding

Vantagens

– Dá para usar do nascimento até 3 ou 4 anos (até 17kg).

– Cadeirinha pode ficar virada para frente ou para a mãe e tem 3 posições de inclinação.

– A própria cadeirinha se transforma em moisés, ou seja, não precisa comprar um separadamente e nem ocupa espaço extra no armário depois que o bebê deixar de usá-lo.

– Não precisa tirar a cadeirinha para abrir e fechar o carrinho.

– Design lindo, cores diferenciadas e tecido que imita couro fácil de limpar. Comprei na cor Camel, que além de eu achar elegante, é unisex. Se depois eu tiver uma menina ou for passar o carrinho para quando minhas irmãs tiverem filhos, serve tanto para menino ou menina.

– As rodas giram 360º e são resistentes, boas para andar mesmo em calçadas irregulares.

Desvantagens

– O preço, é o mais caro.

– Não deixa de ser um carrinho estilo “trambolho”, bem grande e pesado.

– Dizem que apesar de ter duas cestinhas fechadas para guardar coisas, o espaço é pequeno. Não testei ainda então não posso comentar.

Yoyo Babyzen

Como eu li bastante sobre todos os carrinhos, já entendi pelos comentários das mães mais experientes que depois de um tempo, os carrinhos grandes e pesados que mãe de primeira viagem adora viram um “Sr. Trambolho”! Dizem que dá preguiça de sair de casa só de pensar no abre e fecha do carrinho, no peso para colocar no porta malas, sem contar que se vai viajar, o carrinho ocupa o espaço todo do porta malas! Por isso, depois de bebê crescidinho, muitas mães acabam comprando um segundo carrinho bem simples, o chamado guarda-chuva.

Pensando nisso e aproveitando que eu estava em Miami, decidi já comprar o segundo carrinho do bebê porque me apaixonei perdidamente pela praticidade do Yoyo da Babyzen.

YOYO-babyzen

Vantagens

– É incrivelmente fácil de abrir e fechar. Você consegue abrir e fechar o carrinho com apenas uma mão, segurando o bebê com a outra.

– Fechado, fica tão compacto que vira praticamente uma bolsa! Tem até alça para carregá-lo no ombro, como bolsa mesmo.

– É o único carrinho aceito na cabine do avião! Você não precisa despacha-lo!

Desvantagens

– Para mim a única desvantagem era não ser indicado para bebês antes dos 6 meses. Mas parece que acabaram de lançar um modelo que serve para recém-nascidos também. De qualquer forma, não é tão confortável nem tem moisés para recém-nascidos como o carrinho acima. Nem fica com o bebê tão alto, com melhor contato visual com a mãe. Por isso preferi ter os dois modelos, o Mima Xari acima e o Yoyo para quando formos viajar, passeios rápidos ou quando eu realmente estiver com preguiça do abre e fecha do carrinho grande.

Vejam no vídeo, a partir do 1:10, como é fácil fechar o carrinho! e logo no início do vídeo aparece como é simples abri-lo.

Pra finalizar, que fique claro que não quero dizer que estas duas opções são as melhores do mundo. Elas são as melhores para mim e meu marido. Aprendi que não existe um carrinho universal perfeito. Cada mãe tem um estilo de vida e gosto pessoal diferentes. A melhor forma de escolher seu carrinho e realmente indo na loja, testando pessoalmente o abre e fecha do carrinho (não deixe apenas o vendedor te mostrar, faça você mesma!), e imaginando o uso do carrinho no dia a dia.

Lembrancinhas de Maternidade

Agradecer a primeira visita ao bebê é um gesto delicado. As lembrancinhas representam uma gentileza com os amigos e parentes que separaram um tempo do seu dia – muitas vezes enfrentando trânsito e outros tipos de contratempos -, para comemorar ao lado dos pais. Nada mais justo, então, do que recebê-los com carinho, tornando o momento ainda mais especial. Quando chega a hora de escolher os mimos, mamães e papais podem ficar perdidos entre as várias opções disponíveis no mercado ou mesmo com dúvidas do tipo: Qual é o melhor tipo de lembrancinha? Quantas unidades são o suficiente? Quando encomendar? Devo receber a encomenda em casa antes ou na maternidade? Entre várias outras questões… Pensando nisso, pedimos algumas dicas para três empresárias especialistas no assunto.

As (várias) opções
As lembrancinhas úteis são as mais pedidas, como lencinhos umedecidos para a bolsa, álcool gel, aromatizadores de ambientes ou velas”, conta Helaine Monteiro, da Cirandaria Atelier, que faz encomendas personalizadas. Apostar em mimos com utilidade é a garantia de que o presente não vai ser esquecido em uma gaveta ou mesmo ir para o lixo na primeira faxina. Seguindo essa ideia, outra opção são presentes comestíveis, que estão em alta. “Os dragees de chocolate são sem dúvida os nossos produtos que fazem mais sucesso. Para o parto normal, quando o bebê pode chegar a qualquer momento, recomendamos sempre o chocolate, pois ele possui uma validade longa (3 meses) e pode ser entregue com antecedência. Para as cesarianas com data marcada conseguimos nos programar e entregar o bem nascido de colher.”, conta Mari Vaz, proprietária da Cereja do Bolo, que desde 2009 faz lembranças para festas.

Cuidados com lembrancinhas comestíveis
O prazo de entrega costuma ser diferentes nesses caso e a forma de armazenamento é importante. Procure manter os produtos em local arejado, longe da umidade e da luz do sol. Para as receitas estarem fresquinhas, especialmente no verão, organize a agenda a fim de receber a encomenda perto da data do parto. Se possível, em casa na véspera, ou no hospital antes de entrar na sala de cirurgia. “As opções embaladas duram mais. Mas, as abertas podem ser servidas na própria maternidade, o que é uma delicadeza a parte”, conta Luciana Veras da Give a Gift, que tem os brownies como carro-chefe.

Encomenda e entrega
As empresárias recomendam encomendar as lembrancinhas com, no mínimo, dois meses de antecedência. E no mínimo três no caso de gêmeos ou trigêmeos, pois os partos antes do prazo costumam ser mais frequentes. Na hora da entrega, existem duas opções: receber em casa ou direto na maternidade – tudo depende do desejo da mãe e da logística do fornecedor (se ele oferece a opção de entrega no hospital). Alguns preferem que o pacote chegue em casa, para ter a certeza de que, mesmo se o parto for durante a madrugada, os mimos estarão ali quando as primeiras visitas chegarem. Outros preferem deixar de lado essa preocupação quando chegar a hora de ir para o hospital, e pedem para a entrega ser feita direto lá.

Quantidade certa
A quantidade varia de acordo com cada situação, mas uma dica é: após calcular a quantidade média de amigos e familiares que devem comparecer, adicione uma margem extra para possíveis visitas surpresas. O número mínimo deve ser de uma lembrancinha por casal, exceto para os comestíveis: nesse caso, recomenda-se ter ao menos uma unidade por pessoa, lembrando de contabilizar as crianças acompanhantes. “Nossos chocolates, por exemplo, como tem um prazo de validade longo, eu sempre digo: se sobrar na maternidade, pode levar para as visitas que irão em sua casa, porque é sempre delicado ter algo para receber os convidados”, sugere Mari Vaz, da Cereja do Bolo.

Abuse da criatividade
Não deixe de apresentar as suas ideias, pois elas podem ser a peça-chave para um produto criativo e personalizado. “Tivemos um caso muito fofo. A mãe queria algo comestível, mas sua avó tinha feito mimos de crochê e entregue para ser usado como lembrancinha. Então, ela não sabia o que fazer. Eu achei o máximo, afinal, não é todo mundo que tem o privilégio de ter uma avó com tanto carinho. Sugerimos juntar os brownies – que são o nosso carro-chefe – e as roupinhas de crochê. Ficou lindo.”, conta Luciana Veras, proprietária da Give a Gift. Mas, atenção para não fugir do tema ou mesmo encomendar algo excêntrico demais. Sobre o pedido mais maluco que já recebeu, Helaine, da Cirandaria, conta: “A mãe quis dar mini-aquários com peixinhos VIVOS, mas o hospital não aceitava a entrada de bichinhos. E pra convencer do contrário?”.

Enxoval do bebê em Miami | Passo a Passo

Como contei no post de dicas gerais, contratei a Mommy’s Concierge para consultoria do enxoval do bebê nos EUA. A empresa tem consultoras, todas brasileiras, em várias cidades dos Estados Unidos: Miami, Orlando, Nova York, Chicago e Los Angeles. Neste post vou contar como foi minha experiência em Miami.

Tudo começa com uma entrevista via Skype com a consultora que irá te ajudar. Nesta conversa, ela vai entender suas prioridades, se você já tem alguns itens do enxoval ou não, qual o sexo, qual época do ano irá nascer, qual seu estilo de vida. Uma lista de enxoval será montada personalizada para você (principalmente na parte das roupinhas, para comprar roupas de 3, 6, 9 e 12 meses de acordo com a estação do ano).

Dá para fazer o enxoval completo em apenas 2 dias! Isso é o mais incrível, porque tenho amigas que ocuparam a semana toda indo atrás de coisas para o bebê e ficaram completamente perdidas. O principal motivo de eu ter contratado a consultoria foi porque eu realmente queria uma especialista ao meu lado para me indicar de forma prática o que é essencial ou supérfluo, as melhores marcas e onde economizar. Elas têm parcerias nas lojas, descontos especiais e muitos cupons de desconto, então o valor que você investiu contratando a consultoria volta para você em forma de desconto nos produtos.

Apesar de ser possível fazer tudo em 2 dias, eu contratei 3 dias porque queria ver o máximo de lojas possíveis. Abaixo conto como foi:

Dia 1

A ansiedade maior era pela compra do carrinho. Eu já havia pesquisado bastante pela internet, lido todos os depoimentos no site da Amazon, mas deixei para comprar pessoalmente na loja para poder testar o abre e fecha de cada carrinho. Por isso, a primeira parada foi numa loja de carrinhos modernos (o modelo que eu queria é novo e não tem na maioria das lojas). Vou fazer um post só sobre a escolha do carrinho e conto o modelo comprado, OK? A loja que fomos é a Genius Jones, que além de carrinhos, tem muitos itens moderninhos para decoração do quarto do bebê.

Segunda parada foi o Outlet da BabyCottons, marca Argentina que usa algodão de qualidade superior, é conhecida pela durabilidade e qualidade das roupinhas. É uma marca mais cara, mas no Outlet tem descontos ótimos! (4141 Ne 2nd Ave, #106b, Miami, FL)

Terceira e última parada do dia foi na Carter’s. Sendo sincera, eu achei que não ia gostar. Motivo: absolutamente todo mundo compra roupas da Carter’s e eu queria algo diferente, não queria meu filho usando exatamente a mesma roupinha de todos que vão nascer na mesma época. Mas me rendi. Tem roupinhas básicas e lindas e, melhor de tudo, o preço é realmente imbatível. Com a lista de enxoval da Mommy’s Concierge foi bem fácil, pegamos uma arara e íamos pendurando as roupinhas certas para cada mês de acordo com a estação do ano no Brasil. (Carters Midtown Miami – 3401 North Miami Avenue – Miami, FL 33127)

Dia 2

Como meu marido precisava comprar algumas roupas para ele também, pedimos para a Mommy’s Concierge incluir o Sawgrass (outlet gigante) no nosso segundo dia de compras, assim faríamos as compras das roupas de bebê e depois que a nossa consultora fosse embora, poderíamos ainda passear por lá e fazer nossas compras pessoais. Não sei se valeu tanto a pena. Andar no Sawgrass é super cansativo e  no fim quase não compramos nada para nós mesmos. Talvez tivesse sido melhor não ter ido num outlet tão longe.

Mas o bebê sim ganhou várias roupas novas neste dia. Começamos na Ralph Lauren Boys – essa era outra loja que eu tinha resistência porque apesar de gostar do estilo da marca como um todo, não sou tão fã das roupas vendidas em outlet, com a marca do cavalinho bordada bem grande. Brasileiro tem mania de querer exibir marca grande, eu acho tão feio. Mas também me rendi, tinha roupinhas lindas e opções arrumadinhas, comprei alguns looks. Próxima parada foi a GAP Baby, mas acho que não demos tanta sorte, não haviam tantos produtos interessantes assim no outlet (e eu fujo dos moletons e camisetas escrito a marca bem grande, como acabei de contar). Na loja do shopping Aventura Mall tinha opções bem mais bonitinhas, mas como eu estava sem nenhum cupom de desconto (fui após o jantar, sem a consultora!), não tive coragem de comprar, todo mundo na fila tinha cupom de desconto menos eu, rs! Ainda no Sawgrass, fomos na OshKosh, outra marca do grupo da Carter’s. Lá foi bom para comprar algumas calças e moletons que estavam faltando. E por último, minha loja favorita, a Janie and Jack! Essa loja é mais carinha comparada com Carter’s e GAP, mas é nela que você vai encontrar roupas mais bonitinhas para ocasiões especiais. Comprei uma calça de linho que amei, e tinha coletinhos de lã muito fofos!

Dia 3

Todas as roupinhas resolvidas, faltavam os produtos! Primeira parada na Buy Buy Baby – que sonho de loja para enxoval de bebê! Eu nem queria ir embora de tanto que gostei da loja. É gigante, bem organizada por setores, com ótima variedade de produtos. Lá que compramos a cadeirinha de carro e tudo mais que vocês puderem imaginar (produtos para alimentação, higiene, brinquedos etc etc etc). Olha a foto do carrinho cheio! Enxoval de produtos completo em pouquíssimo tempo! Algumas pessoas comentaram comigo que a Baby r’us tem melhores preços, mas o fato é que a Mommy’s Concierge tem bons descontos na Buy Buy Baby, e neste loja tem mais opções de marcas do que na Baby r’us. Tudo depende na verdade do cupom de desconto que você tem. Algumas coisas que estavam com preço melhor na Baby r’us, compramos lá.

E assim em 3 dias compramos tudo com carinho para nosso bebê de forma eficiente, organizada e econômica!

Enxoval do bebê em Miami

Todo mundo já me dizia que fazer o enxoval do bebê é uma das partes mais felizes da gravidez. E foi mesmo. Uma delícia escolher com carinho cada produto, cada roupinha, cada detalhe para a chegada do Nicolas. Melhor ainda ter o marido participando disto tudo e também curtindo, até tirando fotos para compartilhar via WhatsApp com os amigos e família. Escolhi fazer o enxoval em Miami por vários motivos: eu tinha férias disponíveis, tinha milhas disponíveis para o voo e queria passar pela experiência de conhecer todos os produtos e dicas do exterior para compartilhar com vocês. Sabe, eu sou sempre a favor de prestigiar os produtos nacionais, valorizar o local. Mas com a diferença gigantesca de valores, fica mesmo difícil não se seduzir pelas compras no exterior.

Irei fazer uma série de posts com tudo detalhado. Começo com as dicas gerais:

Antes de ir

– Solicite para seu médico obstetra um atestado informando o número de semanas que você está e dizendo que está apta para viajar. As companhias aéreas podem te solicitar.

– Planeje sua viagem para o segundo trimestre da gravidez, quando você já saberá o sexo do bebê e estará menos cansada. Fuja de semanas com feriados nos Estados Unidos, quando as lojas podem ficar mais cheias e caóticas.

– Verifique se seu plano de saúde tem cobertura internacional ou faça um seguro saúde antes de viajar – melhor prevenir.

– Para o voo, reserve assentos na primeira fileira ou no corredor, para você ter mais espaço e poder ficar de pé, andar, ir ao banheiro com tranquilidade. Se tiver juntado bastante milhas, tente ir na classe executiva usando as milhas, eu consegui! Faz muita diferença.

– Já faça uma pesquisa sobre carrinho de bebê. É uma decisão mais difícil e demorada, então se você puder conhecer os modelos antes de viajar, é melhor. Se já tive certeza sobre qual modelo quer comprar, pode já comprar online e pedir para entregar no hotel, assim você economiza tempo e garante comprar a cor que quiser (às vezes na loja não tem disponível todas as cores). Se não tiver certeza, não faz mal. É melhor deixar para ver na loja para testar cada modelo. Mas pelo menos você já chega lá sabendo um pouco de cada modelo.

Consultoria de Compras

Para mãe de primeira viagem como eu, as compras de enxoval são todo um mundo novo. Não sabia nada sobre cada produto, cada marca, cada necessidade. Sou daquelas pessoas que gostam de pesquisar tudo e saber todos os detalhes de tudo, porém não tive tempo para isso antes de viajar.

A melhor coisa que fiz foi contratar uma consultoria em enxoval de bebê, a Mommy’s Concierge. Juro que não é frescura, vale cada centavo e vou explicar: em apenas dois dias você faz o enxoval completo, de forma prática e eficiente. A consultora leva a lista de enxoval já direcionada para sua necessidade, com a quantidade de roupas certa baseada na estação do ano que seu filho vai nascer. Lógico que dá para fazer as compras sem consultoria também, mas acho que eu teria comprado muito mais coisas sem consultoria, porque as lojas e ofertas de produtos são enormes. Sem um direcionamento, a gente compra muito mais. Eu queria ter alguém me auxiliando a indicar as melhores marcas, a necessidade de cada produto, o que é superfluo ou não. E como a Mommy’s Concierge tem parceria com muitas lojas e já leva todos os cupons de descontos imagináveis, você acaba tendo muito desconto, recupera todo o investimento feito na consultoria.

Cupons de Desconto

Falando em cupom de desconto, caso você vá para os EUA fazer o enxoval sem consultoria, faça a lição de casa antes: entre no site de todas as lojas que pretende visitar e faça seu cadastro para receber os cupons por e-mail. Normalmente as lojas enviam cupons melhores para clientes cadastrados, mas mesmo sem cadastro você já consegue achar alguns cupons nos sites. Há cupons de 30% de desconto no valor final da compra, imagina a economia! Aliás, se você for para as lojas sem cupons, vai se sentir até meio “boba”,  porque todo mundo lá usa os tais cupons de desconto!

O que não comprar no exterior

Apesar das compras serem muitas e você achar que comprou o mundo, alguns itens não valem a pena comprar nos EUA por serem muito grandes ou por não terem custo muito mais vantajoso. E como há limite de malas, é bom pensar bem o que comprar. Banheira, cadeirão, móveis do quarto, almofada de amamentação e kit higiene ficam de fora da lista de compras no exterior. As roupas de maternidade bonitinhas que costumamos usar por aqui não existem nos EUA, também devem ser compradas no Brasil.

Fazendo a Mala

Vou falar que como já viajei bastante, tenho uma certa experiência em fazer a mala, já fiz até curso sobre como fazer a mala mais eficiente! Mas trazer todas as compras do enxoval do bebê é diferente, dá um certo trabalho.

Antes de tudo, vá com quase nada. Quase nada mesmo, qualquer mínimo espaço na mala conta. Eu e meu marido passamos 10 dias nos EUA, cada um foi exatamente com 10 blusas e 3 partes de baixo (bermuda/ calça). Todas as roupas combinando entre si.  Tênis no pé, sapatilha e chinelo na mala, roupa íntima e só! Não levei shampoo, condicionador, creme hidratante – deixei para usar os disponíveis no hotel. Levei só o básico essencial mesmo.Todas as coisas minhas e do meu marido não ocupavam nem uma mala inteira. Se precisássemos de algo, era mais fácil comprar lá. Afinal tem sempre uma ou outra roupa que compramos na viagem para nós mesmos, além das coisas do bebê.

Ao chegar no hotel no fim de cada dia de compras, já separe as notinhas, tire as embalagens, caixas, etiquetas e cabides de tudo. Como tínhamos muitas compras feitas pela internet para chegar ao longo de nossa viagem, deixei para fazer as malas nos últimos dias mesmo, quando já tivesse tudo disponível. Mas ir separando os objetos numa mala, roupinhas em outra, coisas minhas e do marido em outra, já ajudou bastante.

Tínhamos um kit que foi bem usado também, vale a pena comprar no Walgreens: tesoura (para ajudar a abrir todas as embalagens e caixas), fita adesiva (porque abrimos a caixa da cadeirinha para colocar mais produtos dentro, e precisa de fita para fechar depois, e grudar um papel com seus dados), balança de mala (existe uma pequena vendida no Walgreens que super funciona! A gente ia enchendo as malas e já pesando no quarto mesmo, para ter certeza que nenhuma passava dos 32Kg. Todas as nossas malas vieram com 30Kg certinho, nada de susto – e taxa de sobrepeso – no aeroporto) e cadeados para toda as malas, claro.

Eu não sou muito parâmetro, porque além do enxoval do bebê, trouxemos muitas outras coisas para a casa nova que está reformando. Voltei com 10 rolos de papel de parede, para vocês terem ideia do drama, além de 2 carrinhos (explico depois), cadeirinha de carro, árvore de natal (sim, você leu certo – eu amo uma que só vende lá, trouxe duas na verdade, estava com vergonha de contar, rs), roupa de cama, andarelas, enfim, completamente sem noção. Voltamos com 8 volumes (4 malas grandes + 2 sacos grandes + 2 caixas grandes). Como conseguimos ir na classe executiva de milhas, tínhamos direito a 3 volumes cada um. Os outros 2 volumes excedentes, consegui pedir para outras pessoas com pouca bagagem despacharem para mim. Deu tudo certo!

Ainda sobre as malas, duas dicas importantes: se você vai carregar muitas coisas como nós, é importante alugar um carro grande. Como viajamos Miami-Orlando-Miami com todas as malas, precisa ter um carro estilo mini van 7 lugares. Só assim para caber tudo!

A segunda dica é comprar lá mesmo, nos Outlets, aquelas malas-saco que aumentam de tamanho com zíper, bem estilo sacoleira mesmo, sabe? Compramos num quiosque de malas no Sawgrass e custou USD20,00 cada um. Ao invés de despachar o carrinho na caixa, que chama mais atenção, colocamos o carrinho nesta mala, que tem rodinhas e é mais fácil de carregar no aeroporto, além de não dar bandeira que é um carrinho de bebê. Até nossos rolos de papel de parede trouxemos nesta mala-saco!

Usamos também o space-bag, aqueles sacos que você coloca todas as roupas dentro e comprime o ar usando o aspirador do hotel.

Alfândega no Brasil

A maior dúvida de quem vai fazer enxoval nos EUA é sobre a alfândega no Brasil. Eu penso da seguinte forma: sem dramas! Vale a pena fazer enxoval nos EUA mesmo pagando os impostos na chegada no Brasil, então já considere este custo na conta final. Assim você não passa a viagem inteira sofrendo se vai passar na alfândega ou não. Pense que é o trabalho deles, eles estão certos e fiscalizar a importação de produtos no país e se trabalhássemos na alfândega, faríamos a mesma coisa. Então simplesmente considere esta despesa. Se der certo de passar sem pagar multa e taxa de alfândega, considere que é sorte e pronto.

Outra coisa, o foco tem que ser enxoval. Aproveitar para trazer um monte de eletrônicos novos, iPhone novo etc, só piora o drama – e a taxa a pagar.