Festa das Comadres

Sabe aquelas festinha de criança de antigamente em casa, com chapeuzinho de papelão, bexigas e bandeirolas? São as mais fofas, não são? A proposta da empresa carioca Festa das Comadres é resgatar o charme e a magia das festinhas de antigamente, com toda a praticidade que os pais modernos precisam.

Elas criam e produzem kits de festa com tudo que você precisa para decorar uma festinha infantil, do convite à lembrancinha! Você pode escolher entre o Kit Premium, para um kit totalmente personalizado conforme o tema de preferência do aniversariante, no qual até as lembrancinhas serão personalizadas e criadas de acordo com o tema escolhido, número de convidados e faixa etária da festa, ou o Kit Básico com temas pré-definidos como Safári, Circo, Princesas e Jardim. No Kit Básico, as lembrancinhas são básicas: giz de cera, massinha de modelar ou bolinha de sabão, que são embaladas em saquinhos de tecido e acompanhadas dos tags de agradecimento. Simples e charmoso!

Veja abaixo uma amostra do Kit Circo para menina e menino.

O Kit das Comadres, para 20 crianças, inclui:
20    Convites
20    Pratos descartáveis coloridos
20    Copos descartáveis coloridos
20    Talheres descartáveis em madeira
20    Guardanapos de papel
01    Bandeirola personalizada
04    Pompons de seda coloridos – tam G
03    Pompons de seda coloridos – tam M
20    Wraps e tags personalizados para decoração de cupcakes
30    Copinhos decorados para doces de colher
60    Forminhas para doces enrolados
20    Lembrancinhas
01    Toalha de mesa em tecido

Assim ninguém tem desculpa que não dá tempo de planejar a decoração da festinha infantil 😉

Para conhecer mais, visite o site ou fale com a Dani (21) 99411-8165 e Carol (21) 8272-9911.

Bia + Paulinho = Bento

A Bia conta pra gente toda a experiência dela com o parto natural. Texto emocionante!

Eu sou uma das leitoras do Vestidade Noiva que teve o casamento publicado por lá e agora estou vivenciando o momento mais incrível da minha vida: acabei de me tornar mamãe! Assim como o meu casamento fugiu do tradicional, o meu parto foi bem diferente do que costuma ser comum aqui no Brasil: foi um parto natural e na água! Atualmente é comum ouvirmos muitas mulheres com medo da dor quando se menciona o parto normal. Quando a gente menciona que quer o parto natural (natural: via vaginal e sem anestesia), as pessoas costumam achar que é caso de loucura! Rs! Mas eu juro que não sou louca! E que não e loucura, não!

Na verdade, eu nunca me imaginei tendo um filho através de uma cirurgia e foi por isso que escolhi o parto natural. Mas optei pelo parto na água, já que a água possui propriedades terapêuticas, o que ajuda a aliviar as dores. Aqui no Brasil é bem raro conseguir um parto na água sem que o mesmo seja domiciliar.  Pois é, existem alguns médicos que fazem este tipo de parto em casa (eles levam até a “banheira” para a casa da futura mamãe), mas é um serviço bem caro e ficava fora da minha realidade no momento.  Já em hospitais, conseguir este tipo de parto dentro de um é bem difícil! Muitos hospitais possuem as salas de parto natural com banheira, mas não permitem que o bebê nasça de fato dentro dela! Deixam a futura mamãe ficar nela até a hora do bebê nascer, mas nesta hora tiram a mamãe de lá. Neste caso, a gente fica dependendo do obstetra e de um pouco de sorte. E eu realmente tive muita sorte! Foi complicado porque achar um médico que fizesse o parto natural pelo convênio foi um martírio! Mas com a ajuda das pessoas certas, consegui encontrar o meu obstetra.  Depois foi a hora de procurar uma doula.  Para quem não sabe, as doulas são pessoas treinadas para fornecer apoio físico e emocional durante o trabalho de parto, e no caso de um parto natural, elas fazem toda a diferença! Eu fui conhecer a minha doula algumas horas antes de entrar em trabalho de parto. Tive uma reunião com ela na quinta à noite e na sexta de madrugada, cinco e meia da manhã, tive a primeira contração! Acho que depois de conhecê-la, fiquei me sentido preparada e protegida para vivenciar e parto e ele logo começou!

Quando tive a primeira contração (parecia uma cólica forte) não acreditava que já pudesse ser o trabalho de parto de fato. Fiquei meio confusa e esperei. Dez minutos depois veio de novo… e mais dez minutos, outra! Aí acreditei que fosse e acordei o Paulinho, meu marido, que deu um salto de dez metros de altura! Expliquei pra ele que tínhamos que cronometrar os intervalos das contrações e neste momento elas já aconteciam de cinco em cinco minutos! O Bento estava chegando!!!

O Paulinho ligou pra Natália (a doula), que o orientou a me colocar no chuveiro! Santo remédio! A água realmente faz milagres! Dentro do chuveiro as contrações doíam bem menos (quando eu estava fora dele, apertava tanto os braços do Paulinho que até deixei marcas das minhas unhas nele!). Enquanto eu comia umas frutinhas (no parto natural podemos comer e  beber normalmente), o tempo foi passando e lá pelas nove da manhã a Natália chegou em casa. Eu estava sentada num banquinho, dentro do chuveiro. As contrações vinham de três em três minutos! Como a Natália também é enfermeira obstetriz, ela fez um exame de toque e viu que eu já tinha 5 cm de dilatação.  Decidimos então ir para o hospital, pois o meu trabalho de parto estava sendo rápido, considerando que era tudo natural, sem nenhuma droga para acelerar seu acontecimento.  Quando chegamos ao hospital Santa Catarina, eu já estava perto da dilatação total e quase o meu filhote nasce antes do meu obstetra chegar! A sorte foi que eu já cheguei falando que queria tudo natural e eu estava tão determinada que o plantonista do hospital decidiu que se ele fosse fazer o meu parto, ia acatar meu desejo e fazê-lo na água,  já que era uma grande vontade dele e ele nunca havia feito dentro do hospital. Foi até engraçado porque todos ficaram sabendo do parto na água e meu parto foi assistido por um monte de enfermeiras que queriam ver como era!

Dentro da banheira da sala de parto natural do hospital, as contrações deram uma espaçada, porque eu relaxei bastante e então, quando o meu médico chegou, ele me orientou a ficar em pé só por duas contrações para o bebê encaixar, porque eu estava tão relaxada que não conseguia fazer a força suficiente… Fiquei em pé e aí ele realmente encaixou (mas a dor triplicou)! É incrível porque o corpo faz todo o trabalho sozinho!  Deitei novamente (Ufa! A água ajuda demais na administração da dor…) e fiz mais uma pouquinho de força… neste momento o corpo automaticamente deixa as contrações praticamente juntas e a gente sente que tem que empurrar.

E então veio o momento do “círculo de fogo”, que é quando o bebê coroa e a gente sente uma grande queimação… é a hora dele nascer! Mais uma forcinha e o Bento nasceu! Lindo! Na água! E veio direto para o calor do peito da mamãe! Nós ficamos abraçadinhos por vários minutos antes do papai cortar o cordão umbilical. Tudo com a luz baixinha e ao som de músicas (na sala de parto natural tem até aparelho de som), bem diferente de uma cesárea. Até o Paulinho, que sempre tinha arrepios pensando em partos, achou a coisa mais linda do mundo!

No parto natural, o bebê realmente nasce no tempo dele, num ambiente que é bem menos assustador e nós, mamães, nos sentimos vitoriosas por conseguir fazer tudo sozinhas!

Assim que o Bento nasceu, a dor passou. E na manhã seguinte, eu já estava sozinha fazendo escova no banheiro para receber as visitas! Rs! Também permitiram que eu o amamentasse na primeira hora de vida, o que é raro em hospitais, normalmente eles levam o bebê pro berçário e ele só mama algumas horas depois.

Enfim, não vou mentir dizendo que o parto natural não dói… dói sim! Mas é uma dor misturada com expectativa, é uma dor diferente…  Se antigamente as mulheres aguentavam, por que não aguentaríamos? Acho ótimo os avanços da medicina que permitem que casos complicados sejam resolvidos por uma cesárea! Existem casos onde só a cesárea pode fazer o bebê nascer em segurança! Mas infelizmente a cesárea no Brasil hoje é uma máfia… é o tipo de parto mais difundido por muitos médicos (por muitas razões, principalmente financeiras) e muitas mulheres acabam nem cogitando outra forma de parto, sendo convencidas facilmente pelo argumento de se “livrar” da dor e poder marcar a hora e o dia do parto. Dá prá entender este medo que nos foi incutido ao longo dos tempos, mas ele é superável quando a gente pensa nos benefícios de um parto natural para a mamãe e principalmente para o bebê!

Escolhi este tipo de parto porque queria que o Bento nascesse no tempo dele, sem interferências químicas para acelerar sua chegada ao mundo e foi incrível! Fazer tudo como antigamente nada mais é do que natural e fica aquela sensação de que realmente é assim que fomos feitas para fazer! Superando a dor com o amor!

Foto: Julie Asdurian

  Envie sua história real, foto, nome da mamãe, papai e filhote para real@vestidademae.com.br

Almofada Térmica para o Bebê

Deve dar um desespero na hora em que o bebezinho sofre com as cólicas. Uma dica que escutei de várias mães é que a almofadinha térmica da Blue Gardênia realmente funciona muito bem para acalmar o bebê.

As almofadas térmicas têm a medida de 17 x 17cm, por fora um tecido atoalhado de algodão egípcio e por dentro um mix de sementes termocondutoras. Basta colocar 1 minutinho no micro-ondas e verificar se ficou numa temperatura boa para seu bebê. Dizem que é ótima, além de serem mais seguras (e mais bonitas) do que as bolsas de água quente. Você pode comprar online clicando aqui.

Alimentação no 1ª trimestre de gestação

Por: Ana Flávia Stein Ferreira, minha amiga nutricionista!É com muita honra que aceitei o convite da Fernanda para falar um pouco sobre a área da nutrição materno-infantil. Espero poder contribuir e esclarecer dúvidas referentes à maternidade. Confesso que das áreas da nutrição, essa é a que mais sou apaixonada.

Gravidez confirmada!!! E agora?? Será que estou comendo certinho?  Essa e muitas outras dúvidas rondam a cabeça das mulheres neste período. Isso é extremamente normal!

Na gestação ocorrem inúmeras modificações hormonais e a mulher, além de ficar mais sensível, apresenta algumas mudanças como aversões alimentares, enjôos, vômitos, azias, constipações, muita fome, mas existem gestantes que não apresentam nada. Maravilha! Nesse momento, nossa maior preocupação é com a alimentação, pois sabemos que o bebezinho depende de nós 100%.  Nutricionalmente falando, dividimos a gestação em 3 trimestres, cada qual, com objetivos diferentes. No primeiro trimestre, o objetivo é a formação do bebê, e deverá ser rico em variedades de frutas e verduras, pois as vitaminas e minerais neste período são essenciais. Lembro que o bebê está em fase de formação e depende basicamente de nutrientes e proteínas. No segundo trimestre, o bebê segue em formação e começa a ganhar peso, então devemos manter o consumo do grupo dos minerais e vitaminas (frutas e verduras), proteínas (leite e derivados , carnes em geral, ovos, feijão) e reforçar um pouco mais a quantidade de carboidratos (pão, arroz, massa, polenta, bolos…). No último trimestre, com o bebê totalmente formadinho, necessita-se de mais carboidrato para que ele ganhe peso adequado. Sem dúvida, o médico ou nutricionista poderão elaborar uma dieta personalizada conforme a indicação de ganho de peso adequando e com a quantidade desses alimentos que se deve consumir.

Aproveitando o primeiro período de gestação, é importante reforçar hábitos alimentares sadios como:

  Frutas e verduras. De preferência pelas ingeridas in- natura, sempre bem lavadas. Não se esqueça de higienizar adequadamente as verduras (principalmente os folhosos, colocando de molho em água corrente com 1 colher sopa de água sanitária. Deixe agir 10 minutos e lave bem todas as folhas);
Tome muita água ao longo do dia. Evite a ingestão de refrigerantes, modere os sucos de frutas (muita concentração de açúcar);
 Opte por alimentos de maior qualidade nutricional, mesmo que sejam um pouco mais calóricos;
 Controlar a quantidade e a freqüência alimentar (a cada 2/2 horas);
 Prefira o consumo de alimentos integrais aos refinados e reforce o uso de fibras (farinha linhaça, aveia, cereais matinais);
 Importante o consumo diário de alimentos ricos em cálcio (fonte: leite e derivados, peixes, nozes, vegetais verde escuros…);
 Ácido fólico: importante para evitar más formações (fonte: vegetais verde-escuros; farinha de trigo e milho possuem suplemento de ácido fólico);
 Vitamina B12 auxilia na formação de sangue e previne a anemia (fonte: miúdos, carne vermelha, ovos e peixes);
 Magnésio, selênio e zinco são fundamentais para o crescimento fetal;
 Vitamina A:  uso excessivo desta vitamina é prejudicial, pois em grandes quantidades é teratogênica, provocando má formação na criança;
 Ferro: prevenção à anemia (fontes: carnes vermelhas, miúdos, feijão, lentilha, beterraba, soja).

Vale lembrar que as grávidas devem evitar o uso de adoçantes (sacarina e ciclamato de sódio em especial), carnes mal cozidas, ovos e peixes crus, chás compostos e chimarrão (aqui no Sul!). Evite enlatados e embutidos pela grande quantidade de conservantes e aditivos químicos.

Como escolher o berço?

Os recém nascidos dormem cerca de 15 a 16 horas por dia, o que torna o berço um móvel fundamental para saúde do bebê.  Mas como escolher um bercinho não só pela beleza mas acima de tudo, pensando na segurança, conforto e bem estar do bebê? O Inmetro fez uma análise em berços infantis e as principais recomendações e obrigatoriedades vocês leem abaixo para acertar na compra:

Em relação às dimensões e à estrutura do berço:

Não deve haver decalques ou adesivos nas superfícies internas do berço acessíveis a criança;

Somente dois pés do berço devem ter rodinhas ou rodízios. Os outros dois deverão ser fixos. Se o berço tiver rodinhas nos quatro pés ou apoios, duas devem conter travas;

Nos berços desmontáveis os parafusos não podem ser fixados diretamente na madeira, pois poderia desgastar a madeira fazendo com que surjam folgas e o berço possa ficar instável.

Com relação às laterais e paredes do berço:

A altura das laterais e paredes do berço deve ser de, no mínimo, 60 cm a partir do estrado (na posição mais baixa). Caso contrário, existe o risco do bebê pular por cima da grade lateral ou das paredes;

Qualquer espaço vazado ou distância entre duas barras no berço, deverá ser de no mínimo 4,5 cm e no máximo 6,5 cm. Esse espaçamento evita que a cabeça, o ombro do bebê ou a mão fiquem presos;

Quando houver grade lateral ajustável, ou seja, que pode subir ou descer por uma guia, essa guia não deve permitir que a criança prenda o dedinho;

No caso dos berços com o estrado ajustável, quando este estiver na posição mais alta, a altura mínima de qualquer lateral do berço deverá ser de 30 cm, que é a altura indicada para os bebês menores, que não têm altura nem conseguem se jogar através das grades;

Quando o berço tem a lateral ajustável, a altura máxima dessa lateral será de 30 cm na sua posição mais alta e 22,8 cm na posição mais baixa, que é a situação quando a mãe está junto ao bebê, colocando-o ou tirando-o do berço;

Quando alguma parede do berço é feita de tela, o espaçamento mínimo dos furos deverá ser de 7 mm e não deve permitir que um equipamento que simula o dedo do bebê passe por esses furos;

Ao comprar seu berço fique atento aos espaçamentos mínimos e máximos que a estrutura do berço deve ter. Atenção especial ao espaçamento da grade lateral, que deverá ter, no máximo, 6,5cm e ao espaçamento entre o estrado e as laterais, que deverá ser de, no máximo, 2,5cm.

Em relação ao estrado:

A distância máxima entre as ripas do estrado deve ser de 6 cm. Se a distância for maior que 6 cm o bebê pode prender a perna ou o braço,

Informações Gerais ao Consumidor:

Se a embalagem do berço não apresentar as informações mínimas exigidas na norma, há grande probabilidade do fabricante não segui-la. Compre berços que contenham as informações exigidas, e apresentem manual de instruções com telefone de contato, para o caso de dúvidas;

Evite colocar muitos brinquedos no berço no momento do sono da criança. O ideal é retirar todos os brinquedos para que a criança não corra o risco de sufocar ou ficar presa;

A altura mínima das laterais do berço é de 60cm, a partir do estrado, de modo que a criança não consiga se jogar por cima das grades laterais ou das paredes;

Evite comprar berços que contenham partes que possam prender a criança, tais como braçadeiras, suportes e “orelhas” nas cabeceiras.  As partes laterais do berço devem ser livres de partes pontiagudas ou destacáveis que possam prender a roupa do bebê.

O Renascimento do Parto

O tema é sempre polêmico: qual a melhor opção de parto para você? Cesariana são maioria no Brasil. Para questionar o modelo obstétrico atual, médicos, especialistas e mães participam do filme “O Renascimento do Parto”, a ser lançado em Março de 2012. Veja o trailler e depoimentos no vídeo abaixo:

Batizado do Gabriel

Era dia do batizado do Gabriel, na Paróquia São Pedro São Paulo (SP). Quando o padre perguntou se todos já haviam chegado para começar o batizado, o irmão mais velho não hesitou em responder: “Ainda não, falta o papai do céu!” Família, padrinhos e muito carinho à postos, começou o batizado do Gabriel.

Fotos: Carol Valério Fotografias

 

Camilla + Leandro = Davi

2011 chegou ao fim mas entrou para sempre na minha história como um dos anos mais inesquecíveis de toda a vida. Me lembro de ter vivido alguns bons momentos de superação nas minhas 28 primaveras. No entanto, esse foi o mais marcante e emocionante.  E vou explicar porquê.

 

Nos primeiros dias de janeiro descobri um tumor bastante suspeito no ovário esquerdo. Tudo aconteceu muito por acaso já que eu não tinha nenhum sintoma, nenhuma dor, nenhuma alteração. Só procurei o médico porque pretendia engravidar durante o ano e seria bom estar em dia com todos os exames.

Confesso que fui invadida por uma enorme insegurança só compartilhada com o Leandro, meu marido. E ele foi a pessoa mais importante em todo esse processo.  Toda força necessária para passar os dias que antecederam a cirurgia veio da relação saudável, divertida e confiante, construída por mais de dez anos.

Operei no dia 28 de fevereiro de 2011. Retirar o ovário esquerdo foi inevitável. O tumor de sete centímetros já tinha tomado todo o meu ovário. No entanto, naquele momento, só importava a minha saúde. Todos os outros assuntos relacionados ao tema eram secundários.

Passada a tensão da cirurgia (eu tenho fobia de hospital!), demos início à recuperação. Evolui super bem e um mês depois estava de alta. E aí, voltamos a conversar sobre um assunto que sempre esteve no topo da nossa lista de sonhos. Muito antes de imaginar passar por uma cirurgia queríamos encomendar o baby em abril de 2011. Até a nossa agenda de trabalho estava sendo preparada para isso.  Mas uma dúvida insistia em permanecer no ar: será? A gente já estava no início de abril e para conseguirmos conciliar a agenda com nossas metas pessoais, eu só tinha aquele mês para engravidar. Caso contrário, talvez precisaríamos esperar o próximo ano. Diante dessa enorme complexidade, relaxei! Relaxei e ENGRAVIDEI!

Engravidamos, melhor dizendo. Nem nos nossos melhores sonhos tudo seria tão perfeito, tão rápido, tão lindo, tão nosso. Mais uma vez a superação era a nossa palavra!

Vivi intensamente os nove meses em que o Davi esteve na minha barriga. Curti cada sapatinho, roupinha, a decoração do quarto, os primeiros enjôos (só os primeiros!), a ginástica para gestante, a primeira azia, as ultrassonografias, os planos para passeios, os cursinhos para pais de primeira viagem, entre muitas outras coisas. Decidi ser mãe e mergulhei de cabeça com o objetivo de me preparar da melhor maneira para recebê-lo da melhor forma possível. Me apaixonei completamente por essa história de ser mãe.

Hoje o meu maior desejo é viver uma vida de trocas com o Davi. Troca de carinhos, olhares, palavras, afeto, alegrias, abraços, risadas, aprendizado. Tenho certeza que aprenderemos muito um com o outro… Esse é o sentido de todos os encontros. Vamos resgatar histórias, sentimentos e semear a nossa felicidade em família.  Se Deus quiser!

E para o meu filho eu só tenho a dizer uma coisa: a gente vai ser muito feliz!