Como lavar as roupas do bebê

Esse é o passo a passo de como lavo tanto as roupinhas como os brinquedos de pelúcia do bebê:

 Eu faço higienização da minha máquina de lavar 1 vez por mês, com 2 litros de cloro no ciclo mais longo da máquina (foi a indicação do técnico de manutenção que veio na minha casa, sei que existem outras formas também de higienizar).

  Sempre lavei todas as roupas do Oliver na máquina de lavar. Na minha visão, estamos em 2018 e não existe mais a necessidade de lavar à mão. Na época de nossas mães e avós as máquinas tinham menos recursos e menos opções de produtos naturais, acredito que por isso elas achavam um carinho extra lavar tudo do bebê na mão. Só lavamos na mão se a roupa tem alguma mancha que precisa dar uma esfregadinha antes ou deixar de molho em água quente.

  Uso sempre o ciclo manual da máquina. Coloco todas as roupas ou todos os brinquedos de pelúcia em sacos de lavagem. Esses sacos são ótimos! Eles protegem a roupa, nada aqui em casa forma bolinha ou fica com cara de desgastado.

 Uso somente o produto de lavar roupa da @biozgreen. Ele é natural, livre de petroquímicos, biodegradável, não testado em animais, não danifica os tecidos.

  Nunca uso a secadora aqui em casa, para nada. Minha lavanderia tem bastante ventilação, tudo seca rapidinho, então prefiro não usar secadora porque acho que consome muita energia.

Acredito que a combinação de lavar no ciclo manual da máquina + usar os sacos protetores de lavagem + usar o produto natural da @biozgreen é perfeito para manter as roupas bem limpas, de forma prática e mantendo a durabilidade das roupinhas.

E não esqueçam de lavar as pelúcias e brinquedos de tecido de tempos em tempos porque esses brinquedos juntam muito pó, poeira e ácaros.


Lembrando que vocês tem 15% DE DESCONTO na loja virtual da @biozgreen, basta usar o código VESTIDADEMAE15 no momento da compra!

Espaço Brincante na Pizzaria

Izabella Penna Escabeche é arquiteta, mãe da Stella e colaboradora do blog com suas dicas sobre quarto do bebê e criança.

Hoje vou compartilhar com vocês mais um projeto Decor Petit que acabou de ser executado, mas desta vez o ambiente fica dentro de um espaço comercial. Desenvolvi uma brinquedoteca, que apelidei carinhosamente de Espaço Brincante, para uma pizzaria aqui em São Paulo e o resultado ficou incrível. Vem ver!

O processo de desenvolvimento do projeto foi bem envolvente, pois pude pensar no espaço tanto como arquiteta quanto como mãe e cliente da pizzaria. A ideia foi criar um espaço para as crianças se divertirem e onde os pais também possam brincar juntos ou estar por perto para monitorar os filhos.

Criamos uma cozinha com fogão, pia e bancada com um painel na parede que remete às cantinas italianas e nas laterais um forno de pizza e mercadinho em tamanho infantil para as crianças se sentirem nos bastidores da pizzaria. Alguns bichinhos e pequenas surpresas estão misturados ao desenho principal do painel adesivo!

Na parte central há uma cama de gato para as crianças exercitarem a coordenação motora, flexibilidade e também o raciocínio ao criar as próprias estratégias para vencerem o desafio de passar pelos elásticos e encontrar a saída.

O labirinto e cubos em madeira é um convite para bebês e crianças maiores se divertirem e estimula a curiosidade com as possibilidades de percurso. O busy board e a mesinha de atividades são ideais para atividades de concentração.

A cabaninha de tecido e piscina de bolinhas estimulam a diversão e criatividade! E nos nichos suspensos há livros e brinquedos de encaixe para as crianças que preferem atividades mais tranquilas.

O piso é fofinho a ajuda a amortecer eventuais quedas e também é atérmico, proporcionando conforto e acolhimento tanto para as crianças quanto para os pais e cuidadores. Os pufes almofadões são macios e acomodam os pequenos e os adultos, seja para descansar ou ler um livro.

Um espaço lúdico para as crianças se divertirem e também para os pais poderem comer uma pizza com mais tempo e tranquilidade. Garanto que vai ser difícil convencer seu filho a querer ir embora!


Relação de fornecedores:

Projeto de Arquitetura de Interiores: Izabella Penna Escabeche | Decor Petit
Fotógrafa: Priscila Furuli
Marcenaria, cabaninha de tecido, ovelhinha de balanço e busy board: Muskinha
Painel Adesivo mercadinho, cozinha e forno de pizza: Mama Loves You
Labirinto e cubos em madeira: Cecy Arte em Madeira  
Piso Vinílico: Revest Vinil
Pufes almofadões e adesivos vidro: Bubble Bee
Local: Pizzaria Sala Vip Ipiranga

festa brinquedos antigos

Festa Infantil | Brincadeiras Antigas

Essa festa fez muito sucesso quando mostrei no instagram @vestidademae, porque está criativa, sem excessos e, sobretudo, lúdica. Quem não gosta de lembrar das brincadeiras de crianças mais antigas? Soltar pipa, brincar com balões, carrinhos de madeira, peão, catavento, foguete… Aliás, que criança nunca sonhou em ser astronauta brincando de foguete?

A festa foi criada pela Petite Partie e elas contam mais:

“Quando a Mariana, mãe do Joaquim e do Pedro, nos pediu esse tema para a festa deles, nós amamos! Pensamos em uma proposta bem clean, com painel de boiserie que remeteria a um quarto infantil, cores alegres e os elementos trabalhados de forma bem sutil. Adoramos o resultado final!”.

Brinquedos antigos estão na moda!

Como escolher a escola infantil

As dicas abaixo são baseadas em minha experiência pessoal, meus valores e tudo o que tenho aprendido em cursos que participo sobre educação infantil. Esses são os pontos que eu sugiro para reflexão. Dessa maneira, você alinha com seus valores na hora de escolher a melhor escola para seus filhos:

 Individualidade da criança: uma grande pedagoga me contou que a maior preocupação dela, quando colocou as crianças pequenas na escola, era como a escola não iria estragar seu filho.

Na primeira infância, a identidade da criança está em formação. Portanto, como a instituição irá respeitar a formação da identidade de cada indivíduo no ambiente coletivo é a melhor questão para perguntar ao visitar as escolas.

A criança está descobrindo quem é e o que quer. Então, escolas com ‘set de regras’ muito rígidos nessa fase moldam a forma como se constroí a identidade. (Sugestão: na visita à escola, pergunte como o local cuida da identidade individual da criança em formação).

 Área verde: criança precisa de espaço para brincar, correr, explorar. Precisa do contato com a natureza que não temos oportunidade de ter. Principalmente para quem vive em apartamentos pequenos. Contato com pequenos animais, chão de terra, tanque de areia, horta, área verde.

Numa era em que cada vez mais a tecnologia faz parte do nosso dia, manter a criança conectada à natureza é fundamental. (Sugestão: na visita à escola, pergunte sobre o tempo em que as crianças passam dentro da sala e o tempo em atividades fora da sala, ao ar livre, no pátio).

 Localização: para alguns pais, esse é o item mais importante, principalmente em grandes metrópoles como São Paulo. Afinal, não faz sentido perder tanto tempo com a criança no carro para ir e vir, especialmente durante a primeira infância. Porque a criança pequena já chegará cansada ou dormindo se ficar muito tempo no carro. Por isso, praticidade para ir e vir é importante!

 Foco em brincar: na primeira infância, brincar é o caminho genuíno para aprender e formar-se como sujeito autônomo e social. Entenda que aquisição de conhecimento técnico ou qualquer exigência é nula nesta fase. Porque as crianças desenvolvem suas competências corporais e individuais brincando.

Então, fuja de qualquer aceleração de experiências, pré-alfabetização, competição. Aliás, essa é uma ansiedade dos pais que tem atrapalhado o desenvolvimento genuíno das crianças. Criança precisa brincar e, hoje, as escolas infantis desempenham esse papel, já que, antigamente, as crianças tinham mais possibilidade de brincar livre na rua e praças.

Eu me encanto pelas escolas com espaço criativo para brincar, brinquedos de madeira, espaços lúdicos sempre renovados para despertar novas atenções, brinquedos que possa escalar, tanque de área.

 Sem apostilas: acho simplesmente bizarro ter apostilas para crianças na primeira infância. Pelo o que conversei com alguns pais e escolas, acabou se tornando uma ferramenta muito mais para agradar aos pais, que querem sentir que a escola está “educando” seus filhos. Se a escola não tem apostila, acham o ensino fraco. Pois é!

Para mim, se a escola segue apostilas prontas, simplesmente não estão respeitando o item 1, da construção da individualização. Não estão prestando atenção nos projetos, temas e questões que cada indivíduo e turma trazem para o dia a dia em escola.

Vou dar um exemplo real do ano passado do meu filho. A professora percebeu que um dos livros favoritos da classe no momento da leitura era “O Grande Rabanete”. Com essa percepção de temas que surgem da própria classe, a professora criou diversos projetos.

Plantaram rabanete, acompanharam o crescimento, teve um biólogo explicando como cuidar da plantação… Depois, na aula de culinária, fizeram uma salada de rabanete. Se as aulas são pré-moldadas baseada sem apostilas, nada disso teria acontecido. É muito mais interessante se desenvolver a partir das experiências reais.

 Diversidade e inclusão: em pleno terceiro milênio, num mundo globalizado, se a escola não está aberta à diversidade, para atender crianças com necessidades especiais, não serve para cuidar de nossos filhos. Porque, hoje, uma das maiores competências do mundo é empatia. E se não aprendemos desde criança a compreender a necessidade do outro, que triste o adulto se tornará. (Sugestão: na visita à escola, pergunte como a escola recebe alunos com necessidades especiais).

 Alimentação saudável: não é um assunto ainda prioridade para todas as famílias, mas sem dúvidas foi prioridade na minha decisão de escolha da escola. Em algumas escolas são os pais quem enviam o lanche. Em outras, é fornecido pela escola. Neste segundo caso, peça para visitar a cozinha, veja o cardápio, converse com a nutricionista da escola.

Na primeira infância, a base da alimentação é formada. Lógico que o mais importante é o exemplo que se dá em casa. Mas, muitas vezes a criança vai ficar o dia inteiro na escola – com lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Então, é importante avaliar. Evitar consumo excessivo de industrializados. (Sugestão: na visita à escola, peça para ver o cardápio mensal do lanche/refeições e visite a cozinha).

 Parceria escola-família: valores de vida se aprende em casa, e não na escola. Contudo, é importante que a escola esteja alinhada com seu estilo de vida e os valores que você acredita. É importante também que a criança entenda que você gosta daquele ambiente.

Então, é preciso que você possa ter contato com o professor na entrada e saída da escola, que haja atividades para a família em dias específicos (dia da família, dia do esporte, festa junina etc). Há um exemplo que eu adoro da escola do meu filho! Existe a oportunidade de, numa semana específica, as mães irem na classe ler um livro para toda a turminha.

Dá um orgulho enorme no filho de ter a mãe ali com ele. Além disso, essa é uma forma de fazermos parte do dia dele na escola. E isso é muito especial. (Sugestão: na visita à escola, pergunte como é a comunicação entre escola e famílias – se além da agenda do aluno ou app, há momentos que a mãe possa conversar com a professora, se há reuniões individuais ou somente coletivas).

Quando colocar os filhos da escola

Qual a idade certa de colocar as crianças na escola?

A melhor resposta que escutei foi a da educadora Daniela de Rogatis, no curso sobre “o papel da escola”: não tem mais a ver com idade, mas sim com a prontidão. Quando as crianças dão sinais de que o ambiente se esgotou para eles.

Pensem comigo: tempos atrás, as crianças só iam para escola depois dos três anos. Bebês e crianças passavam o tempo em praças, parques ou quintal de casa. Sempre em contato com a natureza, brincando, explorando. E assim desenvolviam naturalmente tudo o que precisa nessa faixa etária: identidade própria, desenvolvimento motor e o afeto.

Nos anos 70, com o aumento de fábricas no Brasil e a mulher indo ao mercado de trabalho, surgiram as creches para que, assim, as mães pudessem trabalhar. Somente em 1988 a educação infantil foi reconhecida pela constituição no Brasil. Viram como é recente? As escolas infantis surgiram da necessidade dos pais irem trabalhar, e não mais da necessidade das crianças precisarem de um lugar para se desenvolver ou aprender inglês.

Minha experiência

Como trabalho em casa, fui uma mãe bem presente no primeiro ano do Nicolas. Na realidade, só pretendia colocá-lo na escola depois dos 2 anos. A gente brincava, tinha música, exploração sensorial. Mas, meu prédio não tinha outras crianças, nem tem playground, só tem uma brinquedoteca pequena.

Um dia, comecei a visitar escolas e me encantei por uma em específico, com natureza, bichinhos, árvores, playground lindo, intervenções lúdicas. Vi aquelas crianças brincando ali e meu filho com a babá na brinquedoteca pequena. Então, resolvi colocá-lo na escola com 1 ano e 4 meses.

Nicolas sempre foi explorador. Por isso, eu sentia que o ambiente já havia se esgotado para ele. E, assim, achei que era a hora certa de ir meio período brincar num lugar com mais espaço e natureza. Foi dessa maneira que escolhi a escola do Nicolas. E esse foi o propósito. Para brincar, mais opções de experimentar e explorar. Não para aprender nada específico. E sempre bem claro que valores, respeito, rotina se aprende em casa, com o nosso exemplo, e não na escola.

E da forma como fiz com Nicolas, o Oliver irá para escola quando eu sentir que é o momento dele.

 

Babá ou Escola Infantil

Definitivamente, não existe uma resposta que seja uma fórmula mágica. Porque depende da babá e depende da escola. Se a criança tem uma boa babá e espaço para brincar, não há necessidade de ir para escola. Mas, se a babá passa mais tempo no celular do que criando momentos de exploração para a criança, melhor ir para escola. Mesma coisa para a criança passa mais tempo vendo TV e iPad do que brincando e em contato com a natureza

Quem precisa retornar ao trabalho depois da licença maternidade, não consegue ter ajuda de uma boa babá ou familiar e precisa deixar os filhos na creche, não há o que discutir.

Programação Infantil em SP | Branca de Neve – o musical

O QUE: Branca de Neve – o musical

DESCRIÇÃO: musical com efeitos especiais, 4D e leds de altíssima definição, recursos de gelo seco e ilusionismo. 180 figurinos e 35 trocas de cenários, com direção-geral de Billy Bond.

O QUE NICOLAS AMOU: Nicolas não conhece ainda os contos de princesas. Por isso, não se sente atraído pela história e personagens. Mas, ficou encantado com os efeitos 4D, como as bolhas de sabão. Aliás, aguentou até o final (1h45m de duração).

O QUE OS PAIS AMARAM: eu amei! Amei as crianças interagindo com a história, gritando “nãããooo” na hora de morder a maçã, vaiando a bruxa… Além disso, os personagens passeiam pela plateia e fazem a alegria das crianças – muitas meninas estavam vestidas de Branca de Neve. Os efeitos visuais de projeção e 4D, como as bolhas de sabão, são lindos. Uma grande produção que nos faz relembrar nossa própria infância.

QUANDO: até 28 de Outubro de 2018, às sextas, aos sábados e domingos, às 11h30 e às 15h.

ONDE: Teatro Bradesco – Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping

VALOR: de R$50,00 a R$150,00.

FAIXA ETÁRIA: livre. Tem duração de 105 minutos. Crianças muito pequenas podem não aguentar a duração.

MAIS INFORMAÇÕES: teatrobradesco.com.br

Nicolas foi com 3a6m – Outubro de 2018.

Programação Infantil em SP | Instituto Gustavo Rosa

O QUE: Instituto Gustavo Rosa

DESCRIÇÃO: ateliê e galeria de arte do pintor, desenhista, gravador, designer e escultor Gustavo Rosa (1946-2013). Em ocasiões especiais, como férias e todo primeiro sábado de cada mês, o espaço promove atividades para as crianças com oficianas de pinturas, jogos e atividades lúdicas.

O QUE NICOLAS AMOU: crianças acima de 3 anos aproveitam bastante, por também estarem na fase de desenhar, descobrir a mistura de cores. Nicolas já esteve lá três vezes. Na primeira, gostou de ver as esculturas coloridas e explorar o ateliê do artista. Também aproveitei para mostrar os quadros e explorar o tema das formas geométricas. Desta última vez, envolveu-se nas atividades de pintura.

O QUE OS PAIS AMARAM: essa é a dica de programação infantil mais legal que você já viu aqui. Afinal, é encantador ter a possibilidade de “brincarmos” dentro de uma galeria de arte de um artista brasileiro.

Além disso, desde a primeira visita fui surpreendida por serem tão preparados para receber crianças. Porque elas são sempre recebidas com desenhos do artista para pintar e coroa de papel. Aliás, as atividades infantis são muito bem planejadas. Também há professoras de artes que auxiliam as crianças.

Estes dias de atividade infantil (primeiro sábado de cada mês e férias) precisam ser reservados e existe um pequeno valor. Mas, você pode visitar o espaço qualquer dia da semana gratuitamente e aproveitar para aumentar o repertório cultural.

QUANDO: acompanhar a programação pelo instagram. Seg. à Sex das 9h às 18h – Todo 1º Sábado do mês, das 11h às 15h.

ONDE: Rua Veneza, 920 – Jd. Paulista – São Paulo, SP.

VALOR: gratuito durante a semana. Porém, em dias de atividade infantil, há o valor de R$30,00 (valor de Outubro 2018).

FAIXA ETÁRIA: livre, mas aproveita melhor crianças acima de 3 anos.

MAIS INFORMAÇÕES: gustavorosa.org.br

Nicolas foi com 3a6m – Outubro de 2018.

Programação Infantil em SP | Fun 4 Family

O QUE: Floresta Masha e o Urso

DESCRIÇÃO: espaço de brincar temático com 10 atividades inspiradas no desenho Masha e o Urso.

O QUE NICOLAS E OLIVER AMARAM: primeira vez que ambos aproveitam bem as atividades. Nicolas, que está numa fase adorando o desenho Masha e o Urso, ficava feliz toda vez que começa a tocar as músicas do desenho no som ambiente. Se divertiu em quase toda as atividades: trilha de triciclo, brinquedão, mini golf (amou), caça às borboletas, pescaria, quintal do urso. Oliver aproveitou o espaço de bebê.

O QUE OS PAIS AMARAM: havia recreadores solícitos direcionando as atividades. Além disso, tem espaço família com trocador e poltrona de amamentação. Mas, o foco não é deixar as crianças com os recreadores, mas sim brincar junto. E nós brincamos muito e adoramos! Não teve presença dos personagens enquanto estávamos lá, seria bacana se tivesse. Boa opção de local para brincar em dias de chuva e, é claro, para quem é fã do desenho.

QUANDO: até 30 de Novembro de 2018, de terça a sexta das 12h às 20h, e sábados e domingos das 10h às 20h.

ONDE: Estrada Municipal Bela Vista, 917 – Alpha Casa Shopping – 2o Subsolo, Santana de Parnaíba, São Paulo

VALOR: criança a partir de 1 ano R$80,00, adulto R$40,00.

FAIXA ETÁRIA: livre, mas aproveita melhor crianças acima de 3 anos.

MAIS INFORMAÇÕES: no fun4family.com.br/site

Nicolas foi com 3a6m e Oliver 10 meses – Outubro de 2018.

ursinho pooh festa infantil

Festa Infantil | Tema Pooh

A festa de 1 ano do Rafael foi tema Ursinho Pooh, toda colorida e cheia de detalhes. Em primeiro lugar, vale dizer que a Mini Conceitaria é especialista em criar festas que conquistam nos detalhes.

Depois, para reparar: as plaquinhas com os nomes dos doces estão bem caprichadas e facilita o convidado saber qual doce é, principalmente quem tem restrições alimentares. Eu gosto muito do mix de doces caseiros com doces personalizados. A forma de apresentação das comidinhas também está sensacional.

Festa Ursinho Pooh