A importância dos elogios para mãe

Fazendo uma pesquisa pela Internet, existem diversas publicações sobre a importância dos elogios para os filhos – para que cresçam seguros, com auto estima, para o desenvolvimento emocional. Eu concordo. Mas e os elogios para a mãe? Nestes primeiros meses de bebê aprendi que bebê bem cuidado tem uma mãe bem cuidada por trás.

Não é fácil cuidar de um bebê. Nossa, só de pensar cansa! Primeiro vem o aprendizado da amamentação, a vida vira do avesso, as noites sem dormir. Depois que se passam alguns meses, vem a fase de interagir com o bebê tempo todo, cuidar, brincar, não tirar os olhos um segundo enquanto ele engatinha ou anda pela casa (neste momento Nicolas tem 9 meses, engatinha pela casa inteira, coloca tudo na boca, não dá para descuidar um segundo).

Se a mãe não ama suas decisões, não tem bom equilíbrio emocional, algum preparo físico (porque carregar um bebê e brincar o tempo todo cansa muito!), é bem difícil. Daí passamos meses equilibrando a rotina nova do bebê em casa, as decisões, o equilíbrio emocional, o preparo físico, os cuidados com a casa, fazer a unha de vez em quando e tal… E nenhum elogio?

Aqui em casa não tenho o que reclamar. Principalmente nas primeiras semanas de bebê em casa, em que o baby blues é bem normal e a gente chora sem nem saber porquê, sempre fui muito elogiada. Pelo marido orgulhoso, pela funcionário aqui de casa que me chamava de “mãe-babá” porque dizia que eu sabia cuidar direitinho e ficava chocada que eu não contratava uma babá para os primeiros meses, pela enfermeira que veio me visitar em casa e comentou que a casa estava em ordem, por todas pessoas que se encontravam comigo e comentavam que eu estava ótima. Esses simples comentários foram de importância enorme para que eu tivesse um início de maternidade leve e seguro.

Portanto deixe as pessoas em sua volta saber que para você cuidar bem do bebê, precisa estar bem cuidada também. Precisa de carinho, elogios, algumas horinhas de sono, alguma comidinha boa preparada por alguém para você não perder tempo com isso. E pratique o mesmo. Elogie gratuitamente as mães à sua volta!

Bebê bem-acostumado

Cada vez que eu escuto por aí a expressão “bebê mal-acostumado” eu tenho “siricuticos”. Para mim, um bebê mal-acostumado seria um bebê que se drogasse, algo assim. Mas estranhamente algumas pessoas usam a expressão “bebê mal-acostumado” para se referir quando o bebê quer colo, quer carinho, quer atenção. Deveriam usar a empressão “bem-acostumados”, porque carinho, amor, colo e atenção são só coisas do bem, ainda mais para um serzinho tão pequeno e frágil.

Algumas crenças fazem parte de nossos pensamentos por termos de certa forma ouvido ou aprendido com algum familiar. Teve mesmo uma época em que achavam que se desse muito colo para o bebê, ele ficaria mal-acostumado e não iria querer sair do seu colo. Que se fizesse cama compartilhada, a criança não iria aprender a dormir sozinha. Acreditava-se que bebês “faziam seus pais de bobos”, fazendo muita manhã. Até hoje (infelizmente) algumas pessoas, inclusive médicos, indicam deixar o bebê chorando no berço para ele aprender a dormir sozinho e por aí vai. Fico com meu coração triste só de pensar.

Eu nunca pensei assim. Tive meu coração abraçado quando li o livro do pediatra Dr. Carlos González, que diz: O amor de uma criança é puro, absoluto, desinteressado. Por que você não desfruta, como mãe, dessa maravilhosa sensação de receber um amor absoluto? Você se sentiria melhor se sua filha só a chamasse quando tivesse fome, sede ou frio, e não lhe desse a menor bola quando estivesse satisfeita? Ninguém negaria comida a uma criança que chora de fome. Ninguém deixaria de agasalhar uma criança que chora de frio. Você deixaria de pegar no colo uma criança que chora porque precisa de carinho?

Escolhi começar o ano com este post porque o objetivo do blog sempre foi espalhar amor. Pegue bastante seu filho no colo, porque depois que ele crescer, vai ser raro. Deixe dormir abraçadinho junto com você quando ele quiser. Ninguém fica mal acostumado com isso, vocês já viram um adolescente querer dormir na cama dos pais? Não basta amar, precisa demonstrar nas pequenas ações do dia a dia, o bebê e a criança precisa saber que são amados. Abracem e beijem muito, deem muito carinho abundante, porque é desse apego, segurança e conforto que um bebê precisa para crescer sendo uma pessoa boa. O mundo já está cheio de pessoas mal-amadas por aí… No nosso mundo, todos precisam ser bem-amados e bem-acostumados.

Querido 2015

Quando 2015 começou, minha prioridade número 1 na lista de metas era ser uma pessoa mais leve. E consequentemente uma mãe leve. Acho que consegui! Uma mãe sem neuras, sem (tanta) culpa, sem se preocupar com a opinião dos outros, apenas focada na qualidade de vida, amor e carinho do Nicolas. Tem muita gente reclamando do ano de 2015. Eu amo 2015 e vou sentir saudades! O ano que construí para mim foi maravilhoso. Nem preciso ser óbvia em dizer que foi o ano mais feliz da minha vida com o nascimento do Nicolas.

Aliás, toda vez que eu escutava alguém comentar que a maternidade é transformadora, eu achava “um saco”. Achava que isso era história de gente com a vida desinteressante. Eu amava minha vida antes da gravidez, a loucura de meus 2 trabalhos, os muitos eventos, festas, viagens, liberdade de sair com o marido para jantar fora qualquer dia. Sabia que seria uma super mudança no estilo de vida ter um bebê em casa, mas nem de perto eu entendia a palavra “transformadora”. Agora entendo, é transformadora e encantadora, é incrível como a maternidade me deixou uma pessoa mais leve, as prioridades de vida mudam totalmente (precisa mesmo ir naquela festa maravilhosa? Ah, vou ficar em casa com a família!), como a gente tenta ser uma pessoa melhor.

Mas voltando à retrospectiva do ano, acho muito importante fazer lista de metas. Sem metas, não chegamos a lugar nenhum (quer dizer, pode-se contar com sorte, mas eu não gosto de contar apenas com a sorte). O bom de ter metas é ter um caminho para nortear a vida ao longo do ano, chegar no fim do ano e ver todas as metas alcançadas. São como sonhos realizados.

2015 foi o ano em que ganhei Nicolas e vivi meses incríveis acompanhando o crescimento dele. Conheci o tal amor incondicional. Também foi o ano que mudei de apartamento e terminei a decoração. Viajamos para lugares novos. Lancei o canal no YouTube. O Vestida de Mãe cresceu. A empresa Vestida de Noiva/ Vestida de Mãe cresceu em equipe e alcance. Enfim, foi um ano só de coisas boas (se não fosse o noticiário com notícias tristes do país).

Já estou fazendo minha listinha de 2016, louca para correr atrás de mais sonhos realizados. Tomará que vocês continuem comigo porque vocês trazem só energia boa. Essa é outra coisa que aprendi neste ano: gerar apenas energia boa, ser contaminada apenas por energia boa, estar perto de pessoas com energia boa. Feliz 2016! Beijos, Fernanda Floret

Nicolas | 9 Meses

Quando eu percebi que Nicolas completaria 9 meses bem no dia da véspera de Natal, minha alegria foi enorme. Amo Natal, seria uma comemoração dupla: 9 meses e primeiro Natal do Nicolas! Já imaginei as fotos com luzinhas que eu tanto amo. O ensaio com a Carla D’Aqui ficou tão lindo que perdi o fôlego.

Agora com 9 meses:

– Nicolas está com 72cm e pesando 8,5Kg. É um bebê alto e magro (dentro da normalidade).

– Está rastejando como se estivesse no exército e engatinhando um pouco também. Mas ele não gosta muito, o que gosta mesmo é de andar apoiado na gente. Segura na nossa mão e anda pela casa toda (sempre apoiado, não sozinho ainda, mas falta pouco! – não estou incentivando ele andar logo não, cada coisa ao seu tempo, é o jeito dele mesmo).

– Já senta sozinho e também fica de pé sozinho, se apoiando na gente ou nos objetos.

– Tem os dois dentinhos da frente debaixo.

– Não gosta de fruta. Como só um pouco de maça, pera e abacate. Já a papinha salgada ele adora e a gente varia bastante, já comeu todos os tipos de legumes!

– Começou a dormir a noite inteira. Ele dorme tarde, lá pelas 22h30 – 23h, e vai até 7h da manhã. Às vezes acorda, mama e volta a dormir mais um pouco.

– Adora os brinquedos de empilhar, se diverte derrumando os objetos.

– Para minha tristeza, começou o desmame. Já não tem mais interesse pelo peito, prefere a mamadeira. Fica bem pouquinho no peito e cansa. Eu amo amamentar e pretendia dar de mamar até 1 ano. Talvez a culpa seja da mamadeira, talvez tenha sido o tempo dele mesmo. O que importa é que me sinto vitoriosa, foram 6 meses de alimentação materna exclusiva em livre demanda e depois que a introdução alimentar começou, continuamos o aleitamento materno pelo menos 4 vezes por dia até quase 9 meses.  Toma complemento de leite artificial também, já que eu estava trabalhando fora desde os 7 meses dele (até então, estava tomando leite artificial apenas 2 vezes por dia, no lanche da manhã e da tarde. Mas agora que começou o desmame, tem tomado mais vezes).

– Amo tanto brincar com ele, rir com ele, dormir com ele… É um amor tão grande que transborda!

Mesa de Natal

Vai ser o primeiro Natal do Nicolas… E também o primeiro Natal na minha casa (antes era sempre na casa da minha mãe). Como eu amo Natal, estou amando cuidar de cada detalhe. Deixei para fazer uma decoração “infantil” para quando Nicolas estiver maiorizinho. Por enquanto escolhi algo bem tranquilo, clean, natural. Tecidos em linho, flores branca e verde, luzinhas que amo! Tem vídeo do passo a passo da minha decoração de Natal lá no canal do Youtube:

Primeiro Natal do Nicolas

O Natal de 2015 ficará no meu coração com muito carinho. É o primeiro Natal do Nicolas. Eu sou uma pessoa que ama o Natal – mais especificamente a magia e encantamento do mês de Natal. Amo também que o nome Nicolas é a versão francesa do nome Nicolau. O nome foi bem difundido graças ao São Nicolau, um bispo do século IV que deu origem à lenda do Papai Noel.

Uma data tão especial merecia um registro fotográfico. A querida Vivi Guimarães veio aqui em casa fotografar eu e Nicolas com a decoração de Natal. Muito amor envolvido!

 

Introdução Alimentar do Nicolas | Rotina

No post anterior falamos sobre alguns pontos básicos da Introdução Alimentar. Agora vou contar a rotina mais detalhada.

Com 6 meses

Eu ainda estava de licença maternidade em casa. Assim, conseguia acompanhar a introdução alimentar dele e oferecer leite materno em livre demanda. As duas primeiras semanas foram de muitas tentativas com frutinhas, ele cospia tudo. Quando começou a comer papinha, não passava de 2 colheres. Não foi fácil às 3 primeiras semanas. Mas depois que ele aprendeu “o que fazer com o alimento na boca”, tudo entrou numa boa rotina. Basicamente ele mamava ao acordar, fruta de lanchinho da manhã, papinha de almoço, mamava de lanche da tarde, papinha de jantar, mamava após banho, dormia, mamava de madrugada. Ele mamava sempre a hora que quisesse (amo dar de mamar), então às vezes tinha mais mamadas, algumas madrugadas ele acordava mais vezes, outras não acordava, variava muito.

Com 7 meses

Com o retorno ao trabalho, minha preocupação número 1 era a amamentação, eu não queria parar de amamentar. Na semana anterior ao retorno do trabalho, comecei a fazer um banco de leite materno no meu congelador. Assim para qualquer “emergência de fome” do Nicolas, havia leite meu disponível. A rotina ficou assim: dava de mamar antes de sair para o trabalho (7h), fruta de lanchinho (9h), papinha de almoço (11h30), meu leite extraído no dia anterior de lanche da tarde (14h30), papinha de jantar (17h30), mamava um pouco quando eu chegava em casa (ao me ver, já queria mamar!) (18h30) e como eu ficava com os peitos cheios, extraia também leite para o dia seguinte, mamava após banho (20h30-21h) e mamava novamente antes de dormir (às vezes dorme só às 22h30) e de madrugada. Ou seja, pelo menos 4 vezes por dia, no mínimo, ele tinha meu leite materno.

Com 7 – 8 meses

Após algumas semanas dessa rotina exaustiva de extrair leite todos os dias, eliminei a extração de leite e comecei com o NAN, já necessário como complemento. Na verdade, fui bem resistente, quis morrer no primeiro dia que a babá ofereceu leite artificial. Amo amamentar, já disse. Mas realmente com minha rotina pesada de muito trabalho, já não estava mais conseguindo extrair tanto leite. O importante é que não parei de amamentar. Continuei, pelo menos 4 vezes ao dia, amamentando: antes de sair do trabalho, quando retorno do trabalho, após banho e de madrugada. Morri de medo diminuir o leite, mas acho que muito é psicológico: coloquei na minha cabeça que tudo daria certo e as coisas foram dando certo. Alinhada com minha pediatra, a rotina de alimentação do Nicolas está como o esqueminha abaixo. Lembrando que isso é o que funciona para o Nicolas – talvez outros bebês tenham necessidades diferentes, então sempre consulte seu médico.

 

Introdução Alimentar do Nicolas

Aqui em casa foi aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade – muito amor e orgulho por esta fase. Quando Nicolas completou 6 meses, foi justamente uma semana que fizemos uma viagem ao Chile. Achei mais prático continuar apenas com o leite materno do que tentar a introdução alimentar durante a viagem. Então introdução alimentar mesmo foi com 6 meses e 1 semana. 

Resolvi não seguir a recomendação da pediatra de iniciar com suco de laranja lima, que costumava ser a indicação de antigamente (amo minha pediatra, mas para nutrição, sigo os ensinamentos das nutricionistas). Os estudos de Nutrologia atuais mostram que ao ingerir suco, ingerimos mais frutose, perdemos as fibras e temos um pico de índice glicêmico. A fruta in natura sempre vai ter mais fibras, sempre será melhor. Suco, apenas após 1 ano.

Lógico que eu achei que meu filho seria o bebê mais esperto do mundo para começar a comer. Comecei com a banana. Achei que seria fácil. Nada! Só sentiu o gostinho com a ponta da língua e pronto. Apesar da recomendação de insistir com o mesmo alimento por vários dias, a ansiedade era grande. Cada dia eu oferecia um alimento diferente com a esperança dele amar e devorar a fruta inteira, rs! Mas ele não queria saber de comer nada. Já havia passado uma semana e ele não tinha gostado de fruta nenhuma, na verdade mal conseguir experimentar cada fruta, travava a boca, cuspia. E aí eu aprendi o que quero compartilhar com vocês:

– É por isso que o nome é “Introdução Alimentar”! É só uma introdução! A imensa maioria dos bebês não vai comer na primeira semana e cada bebê tem o seu tempo. Quando eu entendi que era apenas uma “introdução alimentar”, a ansiedade passou. 

– Bebês não sabem o que fazer com a comida na boca. É muita novidade para quem até então somente mamava no peito. Eles podem cuspir, travar a boca. É normal. Precisa de paciência. Não force a barra muito porque pode piorar e virar um pesadelo a hora da papinha. Cada bebê tem seu tempo.

É importante deixar o bebê sentir o alimento, segurar, poder levar à boca (já que normalmente com 6 meses, estão na fase de levar tudo à boca!). Assim ele ganha confiança, não é apenas uma pessoa colocando comida dentro da boca dele. Esse é o método tão comentado recentemente BLW (Baby Led Weaning), método de oferecer o alimento sólido para a criança segurar com a mão e levar à boca na velocidade que quiser, tendo a experiência de conhecer diferentes texturas e sabores. Eu acredito neste método combinado com  tradicional. Deixava pedaços de maça, pêra, laranja (na hora do lanche), cenoura, brócolis (nas papinhas) e ele levava à boca para chupar. Entre uma “mordida” e outra, eu oferecia o alimento raspadinho/ amassadinho. Assim ele “sabia o que estava acontecendo” e começou a comer melhor.

– Na primeira semana tentei fruta 1X por dia + leite materno livre demanda.

– Na segunda semana, mais tentativas de fruta 1X por dia. Até que resolvi trocar a fruta por cenoura. Deu certo! Ele adorou, comeu bem a cenoura, eu entrei em êxtase! Depois da cenoura, tentei a mandioquinha, também deu certo. Descobri que Nicolas não gosta de frutas, mas come bem os salgados.

– Na terceira semana, fruta no lanche da manhã (raramente come muito), papinha no almoço e jantar + leite materno livre demanda. Oferecia a papinha no almoço e jantar porque ele não aceitava bem frutas, mas comia bem salgados. Por “comia bem” entenda 2 a 3 colherzinhas por refeição! O começo foi bem devagar mesmo, mas era a quantidade que ele queria, precisamos respeitar.

– À partir da quarta semana foi quando eu voltei à trabalhar no escritório. Mostro no próximo post como ficou a alimentação dele.

Nestas primeiras semanas, cada refeição era mesmo uma “sujeirada”. Sujeirada do bem, da experiência nova. Eu deixava ele pegar a comida com a mão, levar à boca, ele sujava o rosto inteiro, após cada refeição precisava de um banho! Mas pelo menos adquiriu confiança no que estava acontecendo e começou a comer bem. Hoje, 2 meses após o início da Introdução Alimentar, já não tem mais essa “sujeirada”. Pena que na época não fiz vídeo dos dias em que ele cuspia a comida e não sabia o que era para fazer com a papinha na boca. Mas tenho vídeos dos dias em que começou a comer – muita emoção em compartilhar esses momentos com vocês. O vídeo começa com o primeiro dia da introdução alimentar (que foi um fracasso) e depois tem cenas fofas gravadas com celular mesmo!

Como escolher o carrinho do bebê

Eu costumo brincar que é mais fácil escolher o marido do que o carrinho do bebê! O carrinho deve combinar com seu estilo de vida e deve priorizar uma das qualidades: beleza, praticidade, conforto e leveza. Muito difícil encontrar estas quatro qualidades no mesmo carrinho – mas você vai achar o carrinho certo para você! Neste vídeo compartilho minhas dicas e demostração de dois carrinhos.

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