Newborn | Nicolas dia 1

No dia seguinte em que o Nicolas nasceu, a fotógrafa Fernanda Petelinkar – que fotografou o parto – foi nos visitar na maternidade e fez estas fotos da família no primeiro dia do nosso bebê. Achei tão especial ter fotos ainda na maternidade com meu marido e Nicolas, um momento de tanto encantamento! As fotos são bem pessoais, mas achei tão especial que decidi compartilhar com vocês este momento cheio de amor.

 

Aproveitando os dias na maternidade

Na maternidade onde tive o Nicolas (Hospital Albert Einstein, São Paulo) costuma-se ficar 3 dias quem faz cesárea e 2 dias quem teve parto normal, que foi meu caso. Como o plano de saúde permite até 3 dias de hospedagem, pedi para ficar 3 dias. No fim até me arrependi um pouquinho, foi uma delícia vir para casa com meu “piquetucho”. Mas eu tinha em mente uma coisa que ouvi no curso de gestante: aprender o máximo com as enfermeiras.

Muita gente comenta que é bom ficar na maternidade porque lá você tem a comodidade das enfermeiras fazerem tudo por você: trocar fralda, dar banho… Bom, é até cômodo, mas essa não era minha prioridade. Sendo sincera, nem achei mil maravilhas dormir na maternidade porque é um entra-e-sai de enfermeiras toda hora e tem o barulho do corredor, eu nem conseguia dormir direito porque sempre tinha um sem-noção falando alto pelos corredores mesmo de madrugada.

O que estou querendo dizer é: esqueça a comodidade de ter as enfermeiras fazendo tudo por você e sugue, no bom sentido, o máximo de informação dessas moças queridas que amam cuidar de bebês e sabem tudo do assunto. Pergunte absolutamente tudo – mesmo se você tiver feito o curso de gestante, uma coisa é com um boneco, outra coisa é com um bebê se mexendo! Lembro que a enfermeira que deu o curso de gestante que eu participei comentou que poucas mães aproveitam a estrutura da maternidade para tirar todas as dúvidas:

– peça para elas te ensinarem todas as posições de amamentação;

– avaliarem se a pega do bebê está correta e o que você pode fazer para melhorar;

– aprenda a dar banho;

– aprenda como deve ser a higienização do bebê após o banho (limpar o umbigo, trocar de fralda);

– caso você tenha dúvidas sobre como vestir as roupinhas no bebê, aproveite pra perguntar;

– se você não sabe “embrulhar” o bebê numa mantinha, aproveite para aprender o jeito correto;

– peça para elas te mostrarem o que fazer caso o bebê engasgue. Isso é muito importante!

– se estiver com dúvidas sobre soluços do bebê, refluxos etc, pergunte!

– repare nas pequenas coisas. Por exemplo, notei que elas sempre colocam um pano dobrado debaixo da cabeça do bebê, no berço, preso no colchão. Perguntei o motivo, e era porque o bebê regurgita o líquido amniótico nestes primeiros dias, e com o pano evitaria de sujar o bercinho.

– eu tinha dúvidas até se deveria dormir com sutiã ou sem, perguntei para a enfermeira!

Se eu tiver esquecido algo importante de ser perguntado, me avisem!

Quarto da Maternidade

Eu não sou fã daquelas decorações exageradas em maternidade, que transformam o quarto quase num buffet infantil. Na verdade, acho desnecessário, visita de maternidade deve ser breve, é um espaço hospitalar, a prioridade é o conforto do bebê e da mãe nestes primeiros dias de vida. Tive meu bebê na maternidade do Hospital Einstein e os quartos lá não são tão grandes como em outras maternidades de São Paulo para se montar uma mega produção de festa. Mas lógico que acho chique sim pensar numa lembrancinha para os amigos que forem visitar e pequenos mimos.

O primeiro passo foi definir o tema. Gosto quando as escolhas têm significado. Como meu marido ama super-heróis, desde o começo ele manifestou o desejo que a porta de maternidade tivesse o tema “The Avengers” (Os Vingadores, em português: Homem de Ferro, Capitão América, Hulk, Thor). Tudo começou quando fomos para Miami e Orlando fazer o enxoval. Num dos parques da Universal ele viu uma placa dos Avengers e sugeriu que fosse a porta da maternidade. Eu quase tive um enfarte, era uma coisa horrorosa. Pensei: esse desafio vai ser grande – respeitar o tema que o marido escolheu, mas transformar numa coisa elegante para deixar a mãe feliz também, rs!

Porta Maternidade

Ainda na Universal achamos os bonecos de pelúcia dos Avengers em formato de bebê. Compramos um de cada na hora. Eu não sabia ainda o que fazer com eles, mas sabia que eram bem mais fofos do que a placa do símbolo que ele havia me mostrado. Chegando no Brasil, tive a ideia de fazer um quadro de couro com a Jeniffer Bresser e 3 dos bonecos comprados. O título do quadro – Mundo do Nicolas – faz ligação também com o tema do quarto, que é “mapa do mundo”. A Jeniffer Bresser faz produtos como bandejas e caixas forradas exclusivas, super elegantes, acabamento perfeito. Assim consegui fugir dos quadros de ursinhos (nada contra eles, são lindos, mas eu queria algo diferente para o Nicolas), criando algo especial para a gente.

Eu sei que sou suspeita para falar, mas o quadro fez um super sucesso na maternidade. Não tinha uma enfermeira que não comentasse o quanto diferente havia ficado de todos que elas veem diariamente. O segurança que nos ajudou com as malas até tirou foto para quando for a vez dele ter filho, rs!

Ainda na Jeniffer Bresser, encomendei 2 caixas com o nome Nicolas bordado, uma no mesmo tecido do quadro da porta, outra em linho, para colocar os bem-nascidos e os chocolates. Fiz com ela também o kit higiene do quarto do bebê, e aproveitei a bandeja do kit higiene (no mesmo tecido do quadro da maternidade, o couro entrelaçado) para colocar as garrafas de água.

Lembrancinha

O próximo passo era definir a lembrancinha. Eu sou fã de lembrancinhas comestíveis, a maioria das pessoas gostam, não tem erro! Muito cuidado com lembrancinhas (não-comestíveis) com o nome do bebê, quem usa depois além da própria mãe e avó? rs! Sendo bem sincera, se não for útil, por mais fofa que seja, vai parar no fundo da gaveta ou no lixo. Só que eu tinha um problema, queria parto normal, então não tinha uma data certa para o nascimento. Assim não dava para encomendar docinhos com prazo de validade muito curto. A solução perfeita foi pensar em chocolate! Chocolate tem prazo de validade maior e todo mundo gosta! Encomendei com a Carol Melo barrinhas de chocolate com a embalagem personalizada igual à porta maternidade. Ficou perfeito!

Outros Mimos

Existe a tradição dos pais presentearem os amigos com charutos no nascimento dos filhos. Hoje em dia quase ninguém fuma charuto, mas criaram os charutos de chocolate! Ganhei uma caixa de charutos de chocolate da Le Delice e o marido os distribuiu para os amigos. Ganhei também pirulitos de chocolate personalizados com o nome Nicolas da CAU Chocolates e levei para a maternidade.

Bem-nascidos são outra tradição, além de ser um doce que tanto papai como mamãe amam. Os bem-nascidos da Conceição Bem-Casados foram entregues fresquinhos direto na maternidade, embalados combinando com as cores da decoração, uma delícia. ainda bem que a nutricionista do hospital me liberou de come-los durante minha estadia por lá 🙂

Além de tanto chocolate, providenciei também garrafinhas de água com o Cadô Presentes com a mesma identidade visual da barra de chocolate no rótulo. As garrafas de água não eram lembrancinha e sim para os amigos poderem matar a sede durante a visita.

As fotos abaixo são da Fernanda Petelinkar:

Relato do meu parto normal

Eu queria começar o post de forma menos óbvia do que dizendo que foi o dia mais especial da minha vida (e nesse momento já começo a chorar…), mas a verdade é que o amor é assim, óbvio. Tinha que ser meu filho, tudo planejadinho: ele nasceu no dia exato em que completou 40 semanas. Achei isso muito especial porque passei a gravidez inteira conversando com ele para ficar na barriga as 40 semanas, e no dia anterior eu disse que ele já podia nascer… e ele nasceu.

Comecei a sentir contrações às 3 da madrugada, como se fossem uma cólica forte com duração de mais ou menos 1 minuto, de 10 em 10 minutos. Fiquei calma e comecei a marcar no celular o horário das contrações, para ter certeza que estavam regulares. Meu marido acordou às 4 da manhã incomodado com a luz do meu celular, foi aí – já com certeza – que contei que estava sentindo as tais contrações, que havia chegado a hora. Sentia uma dor, mas suportável, super tranquilo. Ficamos calmos o tempo todo, eu sabia que não adiantava correr para a maternidade. Tomei banho, arrumei o que faltava na mala maternidade (a necesarie, bolsinha com maquiagem, câmeras fotográficas). Como as lembrancinhas eram chocolate e não queríamos deixar no porta malas para não derreter, foi só nesse momento que meu marido levou mala, quadro da porta maternidade, lembrancinhas, tudo para o carro. Eu ainda liguei o computador do trabalho para colocar a mensagem “out of office”, mandei mensagem para a fotógrafa querida que escolhi para fotografar o parto e o médico, e acreditem, me arrumei com a mesma roupa e mesma maquiagem das fotos que fiz do crescimento da barriga semanalmente. E mesmo com dor, fui na no hall do prédio (onde tirei todas as fotos) para bater minha última foto com o barrigão, a foto de exatas 40 semanas!

Nesse momento eram 6:30h da manhã e as dores ficaram mais fortes, mais longas, com menos espaçamento. Nesse momento eu já havia parado de marcar a duração do tempo. Mesmo com a dor, foi tudo perfeito, porque ainda era cedo e o trânsito não estava caótico, era inclusive dia de rodízio da nossa placa de carro e chegamos no Einstein antes das 07h (mas quem se importaria em receber multa neste dia, rs?!).

Quando cheguei no Einstein já sentia muita dor. Me colocaram numa cadeira de rodas e subi direto para a sala de pré-parto, onde as enfermeiras te avaliam. Vou falar que essa hora não é fácil, muita dor e ainda ter que passar por exame de toque, a gente é guerreira mesmo. Eu estava com quase 5 de dilatação, o que é ótimo. Me colocaram num chuveiro quente para relaxar – nesse hora meu marido estava mais preocupado com o desperdício de água, foi inclusive perguntar se a água era reaproveitável, rs! Esse é meu marido fofo! Meu obstetra já estava lá. Em seguida tomei a anestesia peridural e passou toda a dor, foi ótimo. Através de um aparelho (que não sei o nome) dava para monitorar os batimentos cardíacos do bebê e minhas contrações, ou seja, elas estavam lá, mas eu não sentia mais dor. Minha mãe, irmãs e cunhada já estavam lá, ficaram inclusive comigo na sala pré-parto.

Minha dilatação foi relativamente rápida. Me colocaram para fazer exercícios na bola de pilates, um trabalho de parto ativo e sem muita dor. Mas sendo sincera com vocês, a gente tem que se livrar um pouco do pudor, afinal é uma situação em que estamos lá nua, apenas com o avental médico por cima, fazendo exercícios “rebolativos” numa bola de pilates, com um monte de gente olhando. Mas até eu, que sou bem fresca, nessas horas a prioridade é outra, é o bem estar do bebê.

Chegou a hora de ir para sala de parto, haja emoção. 11h da manhã. Achei que iria ser tudo bem rápido e antes das 12h eu estaria com meu bebê no colo. Mas aí que começou a parte mais difícil. Apesar de eu estar com dilatação, o bebê não descia. Não foi fácil. Eu fazia muita força, mas parecia que o bebê descia um pouco e voltava. Foi exaustivo. Mais exercícios na bola, agachamentos, nada do bebê. Mais força, nada. Teve um hora que abri os olhos e a equipe médica havia trocado de roupa, estavam colocando roupa para cirurgia. Meu mundo caiu. Eu queria tanto o parto vaginal. De repente entrou uma mesa cheia de facas, tesouras… fiquei arrasada. Perguntei se iriam fazer cesárea em mim, e me contaram que o bebê já estava exausto, então precisavam se preparar caso precisasse de uma cirurgia de emergência (antes disso tentariam o fórceps, que também não é animador).

Nesta hora eu pensei comigo mesma: “vou fazer muita força agora, vai dar certo”. E assim comecei a fazer uma força maior ainda, mesmo também já estando cansada. E Nicolas nasceu às 12h44 de parto normal. Nasceu enrolado em 3 voltas do cordão umbilical (pausa para repetir que isso não é impedidor de parto normal, como muitos pensam). Chorou e veio direto para meus braços. Quentinho, gostoso, lindo. Que momento mais especial. Tirou nota 10 no teste de apgar. Tirou nota 10 em todo amor incondicional entre papai, mamãe e ele.

O “engraçado” é que depois de tudo a gente fica deitada lá na maca e o papai quem faz a parte legal. Na sala do parto tinha aquela janelinha para apresentar o bebê para a família que estava lá fora (e já estava desesperada com a demora, minha mãe contou que até tentou entrar na sala do parto, mas que estava trancada, rs!!). É muito emocionante esse momento de apresentar o bebê para a família. O pai transbordava alegria.

Agora a parte chata, que ninguém conta, mas eu vou contar. Teve que fazer episiotomia (o corte cirúrgico no períneo) e foi bem incomodo no dia seguinte. Eu preferia que não tivesse acontecido, claro, não queria nenhum procedimento cirúrgico (já passei por 2 cirurgias na minha vida e sempre achei o pós cirúrgico bem traumático, por isso minha preferência pelo parto normal do que cesárea). Não é legal, mas se foi necessário, vou superar e pronto.

Quero aproveitar e agradecer à toda equipe médica do Dr. Eduardo Zlotinik, a Dra. Camila Martin e as enfermeiras, foram todos ótimos e me senti calma e segura 100% do tempo.

Sempre ouvi falar que toda a dor do parto é esquecida depois do nascimento do bebê e achava que isso era blá blá blá de mãe apaixonada pelo próprio filhote. Mas é a mais pura verdade, deve ser algo do cérebro mesmo. Toda a dor é imediatamente apagada da nossa memória no momento em que o bebê nasce, achei isso impressionante. Se eu tivesse que passar por todo o trabalho de parto novamente no mesmo dia, passaria sem problema nenhum.

Queria dizer também que eu considero todos os tipos de parto normais – o nome correto seria parto vaginal, mas acho um nome meio “feio” então prefiro falar parto normal. Respeito todos os outros tipos de parto, mas preciso dizer que me sinto plena sabendo que deixei o bebê nascer no momento em que ele quis e que por conta do parto vaginal, no mesmo dia eu já estava caminhando e forte para cuidar dele.

Vocês não sabem, mas demorei uma eternidade para consegir escrever esse relato porque tive que parar para enxugar as lágrimas muitas vezes. Realmente transbordando amor.

 

Festa Infantil | Tema Lego

Rafael escolheu o tema Lego para celebrar seus 7 anos. A mamãe Kika conta: “Desde muito novo ele é fascinado por Lego e tem uma facilidade muito grande para montá-los. Tem uma bela coleção!!! Eu particularmente adorei o tema porque além de ser bastante divertido e colorido, agrada tanto os meninos quanto as meninas!”. Os cupcakes com a peça de Lego em açucar em cima ficou ótimo, assim como o pirulito de chocolate com o nome do aniversariante na mesma logotipia. Quem fotografoi essa festa super bacana foi o Studio See You, super indicamos.

Dúvidas de Grávida de Primeira Viagem

O post poderia se chamar também “as perguntas que a gente tem até vergonha de fazer!”. Sou mãe de primeira viagem, não sabia quase nada sobre o assunto maternidade e ao longo destes 9 meses, foi uma enxurrada de informações! Desde assuntos mais “sérios”  como mudança do corpo e escolha do parto até o nome de cada peça de roupa do bebê… Gente do céu, eu nunca tinha escutado falar em mijão, culote, pagão, e em cada lista de maternidade aparecia o nome de um jeito diferente, eu não conseguia entender o que exatamente estavam pedindo para levar para maternidade, rs!

Se indentificou? Todo mundo nos blogs e instagram parecem saber de tudo, mas a verdade é que todo mundo tem dúvidas bobas, dúvidas de mãe de primeira viagem! Abaixo algumas dúvidas que eu tive e podem ser as mesmas que você:

Eu vou saber quando entrar em trabalho de parto? 
Essa dúvida deve ser unânime para mães de primeira viagem. Fiz a pergunta para diversas pessoas, entre especialistas e amigas, rs! O medo era demorar para perceber, não identificar as contrações (afinal eu nunca fui de sentir muita cólica). Antes eu achava que o primeiro indício de entrar em trabalho de parto era romper a bolsa – igual nos filmes, rompe a bolsa e a mocinha saí correndo para o hospital. Depois aprendi que nem sempre a bolsa rompe no início do trabalho de parto e o mais importante são as contrações ritmadas e dilatação. A bolsa também pode romper na parte de cima da barriga e não cair aquela água toda esperada de uma vez só, e sim aos poucos. Neste momento que estou escrevendo, não entrei ainda em trabalho de parto, mas já estou mais confiante de que vou saber a hora, pelo simples fato que toda mulher na hora sabe! Este texto do BabyCenter traz todas as informações de forma clara.

O que é o tampão?
Eu pensava comigo: “Bom, eu não tenho isso!”, rs rs rs!! Achava que era um tampão colocado pelo médico nas pacientes por algum motivo. Só depois fui aprender que tenho sim, que trata-se de uma substância mucosa que protege o colo do útero e evita a entrada de bactérias. O tampão sair é um indício de trabalho de parto próximo, mas como cada corpo é um, pode demorar ainda alguns dias.

O que é mijão e culote?
São a mesma coisa! Mas não podiam apenas chamar de calça? rs! Pode ser calça com pé ou não. Eu olhava as listas de roupa do bebê para levar na maternidade e não entendia pra quê tanta roupa, e qual peça era qual. Por isso, quando fiz o post de mala de bebê para maternidade, tentei ser bem “didática”, clique aqui.

Manta, cueiro, fralda maior, fralda de ombro, pano de boca… tantos nomes!
É tanto pano que a gente se confundi com os nomes. Penso que no dia a dia cada mãe pode até criar a própria utilidade de cada um, afinal nada com a necessidade do dia a dia. Mas de forma geral e resumida: manta, em geral de lã (que pode ser mais fina ou mais grossa, dependendo da estação do ano e região que você mora), serve para aquecer o bebê, deixa-lo “embrulhadinho” e quentinho enquanto recém-nascido. O cueiro é um pano (em geral, de algodão) bem coringa: serve para enrolar o bebê ou para forrar o trocador, forrar o carrinho, a cadeirinha do carro. A fralda maior é de um tecido mais fino (parece uma gaze) e também é coringa, serve para cobrir algum lugar que for colocar o bebê para ele brincar, limpar algo que ele sujar. Fralda de ombro é menor do que a fralda grande, serve em geral para colocar no ombro após amamentação, para o beber arrotar, e assim proteger sua roupa. Usa-se também quando outra pessoa for pegar seu bebê, para colocar na roupa da pessoa protegendo o bebê. Pano de boca é um paninho menor, para limpar a baba do bebê ou, depois que começar a tomar suco e comer papinha, limpar a boca da sujeira. Esse pano fica exclusivo para uso no rosto do bebê, diferente dos outros que podem ser usados para várias coisas.

Alguma dúvida diferente ou história engraçada? Conta pra gente, pode render mais posts como este!

Curso de Gestante

Eu que sou uma pessoa tão organizada, simplesmente fiquei postergando agendar o curso de gestante, achando que era uma coisa com bastante frequência de aulas e que eu poderia me inscrever a qualquer momento. Quando liguei, ainda faltando 2 meses para ter o bebê, todas as turmas já estavam cheias e eu fiquei na lista de espera! Semana passada me ligaram dizendo que abriu uma vaga e lá fui eu e meu marido, com quase 39 semanas de gestação, fazer o curso de gestantes.

A verdade é que me informei tanto a partir das 30 semanas, recebo tanta informação por causa do blog, tive assessoria do meu plano de saúde com uma consultora particular em casa (comentei no instagram @vestidademae), então o curso de gestante não era algo tão imprencidível para mim que já havia buscado bastante informações. Mas eu fui mesmo assim, pela experiência.

Fiz o curso do Hospital Einstein, e recomendo sim, adorei a experiência. O curso tem duração de um domingo inteiro (das 08h às 17h). No período da manhã, uma enfermeira obstetra (super querida!) falou sobre parto e amamentação. Em seguida um médico neonatal falou sobre os cuidados com o bebê logo após o nascimento. O almoço já estava incluso. No período da tarde tivemos aula sobre os cuidados com o bebê em casa, a aula prática sobre dar banho e trocar a fralda e uma aula de relaxamento.

Minhas dicas são:

– Se a sua maternidade oferecer este tipo de curso, faça o curso oferecido pela sua maternidade. É uma boa oportunidade para você tirar as dúvidas sobre parto e especialmente os primeiros cuidados com o bebê que são procedimento do seu hospital/ maternidade.

– Procure fazer o curso entre 30-35 semanas. Perto de 30 semanas acho o ideal. Você consegue aproveitar melhor as informações, tirar dúvidas. Digo isso porque com 39 semanas eu já sabia de muitas coisas do que foi dito e com 30 semanas eu me sentia completamente perdida.

– Apesar de muitas informações não serem mais novas para mim, eram para meu marido! E isso foi o que mais gostei, a oportunidade que ele teve de se envolver mais com o tema, aprender a dar banho, trocar fralda, saber mais sobre o parto. Foi muito especial esse dia juntos aprendendo os cuidados para aplicarmos com nosso filho querido.

Sei que uma coisa é aprender na teoria, outra na prática. Costumam dizer que dar banho num boneco que não mexe é uma coisa, banho num bebê chorando é outra, eu imagino! Mas mesmo assim, considero que vale muito a pena participar de um curso de gestante pelo valor psicológico. Quando mais informada você estiver, mais segura irá se sentir, mas tranquila, e isso ajuda na hora que for o bebê de verdade chorando.

Cheers Off Kids

Está organizando uma festa infantil? Então você não pode deixar de visitar neste fim de semana o evento Cheers off Kids . Para quem não conhece, já a 6 edições acontece o evento Cheers Off, voltado para noivos. Desta vez é a vez das mamães e crianças aproveitarem! Como funciona este evento? Lá você terá oportunidade de conhecer fornecedores selecionados que estarão, apenas durante a feira, oferecendo benefícios e preços com desconto. Você pode levar as crianças também porque vai ter uma série de oficinas acontecendo. Toda a programação está disponível no Instagram @cheersoffkids

Relação de Expositores
atrações e recreação: ESTAÇÃO FELYCIDADE, FADAS MADRINHAS, LAB 220, MÃE ME QUER PARTY, RECREART, SAMBALELÊ, SCRAP CHEERS
comes e bebes: ADDAD FRANCO, BAR & BARMAN, GHEE BANQUETERIA , MAYRA ABUCHAM, NAKED SORVETE
decoração: CAMILA MATTAR,  FABIANA MOURA, FESTEIRICE, KARLA MILANI, MIXIRICA BOMBOM, TIPS AND IDEAS
doces: PATTY BREUL, SWEET CAROLINA, TUTTI BRIGADERO
espaço para festas: BUS PARTY
foto: DANI PACCES, VIDA EM FOCO POR ISABEL ASCKAR
lembrancinhas: BOX JOANNINHA, KARLA MILANI
presentes: BOX JOANNINHA, MIMOO TOY’S AND DOLLS
roupa de festa: LOJA PINNI

Informações
Data: 13 a 15 Março de 2015
Horário: sexta das 12:00 as 22:00, sábado e domingo das 10:00 as 20:00
Local: Espaço Traffô – Rua Gomes de Carvalho, 560, Vila Olimpia, São Paulo – SP

Valores para ingressos online – COMPRE SEU INGRESSO AQUI!
1 dia: R$30,00* – ingresso indvidual, com direito a 1 dia de evento.
Passaporte: R$60,00* – ingresso individual, com direito aos 3 dias de evento (1 dia grátis)
Valores ingressos bilheteria, durante o evento: 1 dia R$40,00* e passaporte: R$80,00*.
*Parte da renda dos ingressos será destinada para AACC – Associação de apoio à criança com câncer (R$5,00 por ingresso vendido).

O lado mágico da gravidez

Hoje completo 38 semanas. Algum tempo atrás, fiz um post com contando o lado nada fácil da gravidez. Hoje, depois de uma gravidez tranquila e saudável até aqui, só tenho a agradecer e não poderia terminar minha gestação sem comentar o lado mágico da gravidez. Ao longo destes 9 meses é muito amor envolvido, não só de mãe para filho, mas muitas pessoas ao redor. Lembro com carinho de cada uma destes momentos abaixo:

– o marido que faz absolutamente tudo que peço

– a mãe que fez alguns pratos para eu ter comida na geladeira para jantar

– todos os presentes fora de hora comprados com muito carinho para o bebê

– a senhora que me viu chegando ao supermercado e já buscou um carrinho de compras para mim

– a vez que entrei numa fila normalmente, sem querer abusar de prioridades porque estava me sentindo bem, mas as meninas que estavam na minha frente abriram espaço e não sossegaram enquanto eu não assasse na frente delas

– a primeira vez que escutei a expressão “tenha uma boa hora”. Eu não conhecia a expressão. Estava na dentista fazendo uma limpeza nos dentes, e como ela sairia de férias e eu não iria mais encontra-la antes de ganhar o bebê, na despedida ela falou a expressão. Achei tão fofo, fiquei tão emocionada que minha reação foi dar uma abraço nela!

– as pessoas que se preocupam o tempo todo com sua boa alimentação, perguntam se quer comer alguma coisa, buscam água

– as pessoas que se levantam imediatamente, ou buscam uma nova cadeira, para você se sentar

As pessoas são mais solidárias, mais sorridentes, mais solícitas. Gerar uma vida é mesmo muito especial, e é bom quando tudo ao redor fica cheio de amor. Por isso aguentamos todas as dificuldades da gravidez de forma fácil e leve, porque tem toda essa parte mágica para compensar!