5 coisas que você descobre depois que vira mãe

Ah, descobre tantas coisas! Descobre o amor incondicional, descobre que a vida nunca mais será a mesma e que ser mãe é bom demais! Mas não estou aqui para falar disso e sim de 5 coisas práticas e úteis que talvez quem está grávida nunca tenha pensando à respeito:

1) Grupo de WhatsApp das Mães: é o equivalente ao que a enciclopédia Barsa foi no passado! Você vai amar fazer parte dos grupos de WhatsApp da escola, da aula de música de bebês, das amigas com bebês em geral. Qualquer resposta ao alcance de uma pergunta no celular. Os grupos servem para tudo, perguntar a programação infantil da cidade, onde comprar tal item, quem tem babá para indicar, se é normal o filho fazer isso ou aquilo. Vale a pena mencionar que é uma maravilha também os pediatras que atendem dúvidas rápidas via WhatsApp, o que reduz idas ao pronto-socorro ou consultório sem necessidade.

2) Lencinho Umedecido: são muito úteis não só para limpar o bumbum do bebê, mas para diversas situações da mãe. O filho sujou sua roupa? Um lencinho costuma resolver? O sapato encheu de areia depois de você brincar no tanque de areia? Um lencinho é a forma mais rápida de limpar o sapato. Fase da introdução alimentar em que o bebê se suja inteiro ao comer com as mãos? É bom ter um lencinho por perto!

3) A regra do uso da cadeirinha do carro: muita gente não tem isso claro, então vamos lá – desde 2010 é obrigatório por lei o uso de cadeirinha de carro. As crianças de até um ano de idade deverão ser transportadas na cadeirinha reversível ou bebê conforto (instalados de costas para o banco da frente do carro), crianças entre um e quatro anos em cadeirinhas e de quatro a sete anos e meio em assentos de elevação. As que possuírem mais de sete anos e meio até os dez anos permanecerão sempre no banco traseiro com o cinto de segurança. O não cumprimento é considerado infração gravíssima (7 pontos na CNH). Isso tudo quando o carro é particular. Quando o transporte é coletivo ou táxi, não há obrigatoriedade do uso da cadeirinha. Você pode usar táxi, ir no banco de trás com cinto de segurança na mãe, com o bebê no colo (assim como é feito no avião, por exemplo).

4) A programação infantil: quando a gente não tem filhos, nem fica sabendo toda a programação infantil que acontece na cidade. Depois que tem filhos, descobrimos tanta programação que é até difícil acompanhar! Existem muitas opções gratuitas ou pagas. Teatro, musical, shows, brinquedotecas, circos. Só fica em casa assistindo TV quem quer, porque opções para bebês acima de 6 meses não faltam!

5) A alimentação saudável. Ou o quanto a indústria bombardeia nossa mente com produtos dizendo que são saudáveis, mas não são. Danoninho e biscoito maizena, coisas que a gente comia quando era criança, sabe-se agora que são péssimos produtos para bebês e crianças. Eu fico feliz com todas as informações disponíveis hoje em dia de forma fácil na internet, com o trabalho de nutricionistas infantis e nutrólogas disseminando informação do que é saudável ou não. Ainda falta muito para uma maior conscientização da importância da alimentação saudável na formação do bebê e criança, mas acho que essa geração agora de nós como mães estamos começando a plantar uma sementinha de melhorar essa parte. Aqui em casa me orgulho de influenciar a alimentação do Nicolas positivamente – até suco verde ele toma comigo. Ainda falta um longo caminho para opções mais saudáveis em buffets infantis, programas de fim de semana etc.

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