Comida Japonesa na Gravidez

Assim que ficamos grávida, uma das primeiras coisas que os médicos nos falam são os alimentos proibidos ou a serem evitados. Peixe cru, assim como qualquer carne crua ou mal passada, estão na lista. O risco é de infecção alimentar, salmonella e toxoplasmose. E a consequência é grave: aborto espontâneo ou má formação. No primeiro trimestre da gravidez então, nem pensar no consumo destes alimentos!

Se o seu médico proíbe durante a gravidez inteira, você confia no seu médico e se sente tranquila em seguir 100% à risca a proibição, faça isso. Nada melhor do que ficarmos tranquilas em relação às decisões.

No meu caso, eu adoro comida japonesa! Costumava comer toda semana. Após 7 meses me abstinência total, semana passada não resisti (e não estou com culpa!). Para mim, tudo é questão de bom senso: comer num restaurante que você conheça e confie na higiene, qualidade e procedência do alimento. Eu costumo ir sempre no mesmo restaurante japonês, um que sei que a qualidade é superior, que os peixes são fornecidos diariamente pelos melhores fornecedores. Bem diferente de alguns restaurantes de rodízio de comida japonesa em São Paulo em que a quantidade é mais importante que a qualidade. Me senti super segura em comer comida japonesa lá e deu tudo certo.

Vejamos pelo lado positivo, salmão e atum são fonte de ômega 3. As algas, utilizadas para preparar o temaki e sushi, são ricas em proteínas, fibras, vitaminas A, C e do complexo B.

Às vezes a comida japonesa fica como “vilã” para as grávidas, mas atenção que não é só ela. Salada mal lavada em restaurantes também são perigosas, eu só como salada em restaurante que confio muito também. Assim como qualquer cosia feita com ovos crus, como maionese, mousse.

Enfim, é o que tenho tentado repetir aqui no meu diário de gravidez: levar com leveza e bom senso. Prestar atenção no que você come e aonde come. Estar segura com as decisões e com o melhor para o bebê.

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